Comunicados

O Comité das Nações Unidas para o Exercício dos Direitos Inalienáveis do Povo Palestino deliberou acreditar o MPPM — Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, como Organização Não Governamental integrante da rede de organizações da sociedade civil activas na questão da Palestina.
Enquanto ONG acreditada, o MPPM adquire o direito de participar activamente nas reuniões e conferências organizadas sob os auspícios daquele Comité, bem como o dever de suportar o seu trabalho e objectivos.
O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – promove um Concurso, destinado aos estudantes dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico, subordinado ao tema «Paz para a Palestina». As inscrições, através do site do MPPM (www.mppm-palestina.org), estão abertas até 18 de Dezembro de 2009.
O Concurso visa promover nos jovens o melhor conhecimento da questão palestina e estimular a criação ou fortalecimento de laços de cooperação e solidariedade entre escolas portuguesas e palestinas.
O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – e a Associação de Estudantes da Escola Superior de Comunicação Social promovem um Encontro com dois Jornalistas que recentemente estiveram, em missão, na Palestina – José Manuel Rosendo (Antena 1) e Patrícia Fonseca (Visão) – proporcionando uma oportunidade de ouvir relatos dos acontecimentos recentes naquela martirizada região.
 
A sessão terá lugar na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa (Benfica), na quarta-feira, 27 de Maio, a partir das 18 horas. O debate será moderado por Filipa Subtil, Professora da ESCS, e por Carlos Almeida, da Direcção Nacional do MPPM.
 
Esta iniciativa, aberta ao público, conta com o apoio da Escola Superior de Comunicação Social.
 
Lisboa, 26 de Maio de 2009
A Comissão Executiva do MPPM
Este é o dia em que os Palestinos assinalam a Nakba, a «Catástrofe». É a data que marca o momento a partir do qual, em 1948, se tornaram exilados na sua própria terra, refugiados, perseguidos e massacrados.
 
O MPPM solicitou à Senhora Embaixadora Randa Nabulsi, Delegada-Geral da Palestina em Portugal, o seu testemunho sobre o significado deste acontecimento para o Povo Palestino. É esse documento que, com a devida vénia, reproduzimos, solidarizando-nos, desta forma, com este povo mártir na evocação desta data trágica da sua história
 
Lisboa, 15 de Maio de 2009
A Comissão Executiva do MPPM
 
***
 
61 ANOS DE NAKBA (DESGRAÇA)
61 ANOS DE OCUPAÇÃO ISRAELITA - 61 ANOS DE «APARTHEID», LIMPEZA ÉTNICA - 61 ANOS DE RESISTÊNCIA PALESTINIANA
 
O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – organiza, na próxima 3ª Feira, 14 de Abril, a partir das 21 horas, no Teatro Cinearte / A Barraca (Largo de Santos, 2, em Lisboa), um Colóquio subordinado ao tema «A Palestina na Primeira Pessoa: A situação em Gaza e nos outros Territórios Palestinos relatada por quem a conhece e viveu de perto».
 
Não obstante a cobertura noticiosa feita do ataque de Israel à Faixa de Gaza, há pormenores que ficaram por referir, há perguntas que ficaram por responder, há impressões pessoais que nunca foram transmitidas.
 
Os jornalistas JOSÉ MANUEL ROSENDO (Antena 1), LUMENA RAPOSO (Diário de Notícias) e PATRÍCIA FONSECA (Visão), trazem-nos o testemunho da sua vivência da tragédia e ilustrarão as suas exposições com documentos fotográficos colhidos no local.
 
Com a participação de Michael Kingsley, Director Executivo da UNRWA em Gaza, e de Pierre Galand, antigo senador socialista belga
 
O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – promove a realização, no próximo sábado, 14 de Fevereiro, das 15 às 18 horas, na Sala Açores do Hotel Holiday Inn (Av. António José de Almeida, 28 A, em Lisboa), de um Seminário Internacional subordinado ao tema «A Catástrofe Humanitária em Gaza e os Crescentes Perigos da Actual Situação nos Territórios Palestinos e na Região».
 
Depois da brutal agressão de Israel a Gaza, em que semeou a morte e a destruição, as pessoas amantes da paz e da solidariedade entre os povos questionam-se sobre as formas possíveis de prestar apoio aos palestinos, sobre a viabilidade de assegurar a sua sobrevivência enquanto povo e sobre meios para garantir o seu direito a um futuro independente e em paz.
 
Fim imediato da agressão, dos bombardeamentos e massacres cometidos por Israel na Faixa de Gaza!
Retirada desde já das forças israelitas!
Restabelecimento de um cessar-fogo!
Solidariedade e independência para o povo palestino!
 
Assinalando o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino Proclamado pelas Nações Unidas e com a participação de José Saramago
 
Em 29 de Novembro de 1947, a Assembleia Geral da Nações Unidas adoptou a resolução 181 (II) sobre a partilha da Palestina em dois estados, um árabe e um judaico, com um regime especial para Jerusalém. Destes, só o estado judaico foi constituído. Por isso, em 1977, volvidos 30 anos, «profundamente preocupada por não ter sido alcançada nenhuma solução para o problema da Palestina, e por este continuar a agravar o conflito no Médio Oriente, de que é o cerne, e a pôr em perigo a paz e a segurança internacionais», a Assembleia Geral da ONU adoptou a resolução 32/40 B em que proclama 29 de Novembro como o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, convidando «todos os Governos e organizações a cooperar na implementação da presente resolução».
 
Presidente da Câmara Municipal modera debate em que participa a Embaixadora da Palestina 
 
O MPPM, Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, com o apoio da Câmara Municipal da Marinha Grande, promove uma Sessão Pública de Informação e Esclarecimento sobre a Situação na Palestina, na sexta-feira, 19 de Setembro, a partir das 21 horas, no Auditório do Museu do Vidro.
 
No passado sábado, na sequência de uma intervenção cirúrgica ao coração, nos EUA, deixava para sempre de bater, aos 67 anos, o coração fraterno e apaixonado do maior entre os maiores dos poetas da Palestina e de todo o mundo árabe, MAHMUD DARWICH. Nesta quarta-feira, transportado dos EUA, o seu corpo percorre pela última vez o caminho de Amã (Jordânia) para Ramallah (Palestina), onde será enterrado em funerais acompanhados com intensa emoção pelo povo palestino e outros povos árabes. Contrariamente à tradição, não terá sepultura na sua aldeia natal de Birweh (perto de Haifa) incorporada em Israel pela guerra de 1948 — a NAKBA, a Catástrofe de há 60 anos — e aliás despovoada e destruída pelos israelitas.
 

Páginas

Subscreva Comunicados