Sessões e Actos Públicos

Setúbal acolheu o II Encontro pela Paz promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação em conjunto com outras 11 organizações, entre as quais o MPPM.

Com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal realizou-se, no passado sábado 5 de Junho, no Fórum Municipal Luísa Todi, a segunda edição do Encontro pela Paz, dando continuidade a uma iniciativa que teve o seu início em Loures, em 20 de Outubro de 2018.

Às doze entidades promotoras (CPPC, C.M. Setúbal, C.M. Loures, CGTP-IN, CPCCRD, FENPROF, JOC, OCPM, MDM, Municípios pela Paz, MPPM e URAP) juntaram-se largas dezenas de outras que deram o seu apoio e se fizeram representar na iniciativa.

Na sessão de abertura, com as organizações promotoras representadas no palco, intervieram Maria das Dores Meira, Presidente da Câmara Municipal de Setúbal, e Ilda Figueiredo, Presidente do CPPC.

A Plataforma pela Paz e o Desarmamento, que o MPPM integra, promoveu nesta segunda-feira, em Lisboa, uma Tertúlia sob o tema «Esta Bandeira da Esperança: Um Olhar Sobre a Questão Palestina».

Com o apoio da Fundação José Saramago, o evento realizou-se no espaço fronteiro à Casa dos Bicos e teve moderação de Simão Bento (Projecto Ruído), contando com uma significativa assistência de um público jovem e interessado.

Idália Tiago (Fundação José Saramago) recordou o compromisso de José Saramago com a causa da Palestina para justificar o pleno cabimento desta iniciativa no espaço da Fundação.

As intervenções iniciais couberam ao MPPM (Raul Ramires) e ao MDM.

Seguiram-se intervenções de representantes de outras organizações integrantes da Plataforma, designadamente, AEFCSH, JCP, Pioneiros de Portugal, Interjovem e CPPC.

No final, foi aprovada por unanimidade uma moção que reclama:

Nesta terça-feira, 18 de Maio, o MPPM promoveu a realização, na Casa do Alentejo, em Lisboa, de um Encontro-Debate para assinalar os 73 anos da Nakba.

A brutal ofensiva de Israel, nas últimas semanas, contra a população palestina em Jerusalém, tornou claro que a limpeza étnica da Palestina é um processo contínuo.

Em 14 de Maio de 1948 o Estado de Israel foi auto-proclamado sobre as ruínas de mais de 500 cidades e aldeias palestinas, sobre cerca de 15 mil mortos palestinos e sobre o roubo das propriedades dos mais de 750 mil palestinos forçados a abandonar as suas casas e terras.

Em 1967, Israel ocupou toda a Palestina histórica, impondo aos palestinos um regime racista, colonial e de apartheid.

Contra a perpetuação dessa injustiça, o povo palestino resiste, todos os dias, em Sheik Jarrar, em Hebron ou em Gaza.

Contra as distorções e falsidades do discurso mediático, lançámos o debate sobre a questão palestina, 73 anos depois da Nakba.

No que terão sido as mais concorridas manifestações de solidariedade com a Palestina, realizadas em Lisboa e no Porto, largas centenas de pessoas acorreram nesta segunda-feira à chamada da CGTP-IN, do CPPC e do MPPM, para afirmar, bem alto, que a resistência do povo palestino triunfará sobre a barbárie israelita para desespero dos seus cúmplices.

Em Lisboa, numa Praça do Martim Moniz totalmente preenchida com uma população muito heterogénea, em que se incluíam muitos jovens e fortes representações de comunidades de países árabes e islâmicos, coube a Maria do Céu Guerra, presidente do MPPM, abrir o acto público dizendo, do grande poeta palestino Mahmoud Darwich, o poema «Bilhete de Identidade».

Leia aqui o poema «Bilhete de Identidade»

Seguiu-se a intervenção de Gustavo Carneiro, membro da Direcção Nacional do CPPC.

É urgente travar a agressão contra o povo palestino!

É urgente pôr fim aos bombardeamentos israelitas de Gaza que já provocaram largas dezenas de mortos e centenas de feridos – muitos dos quais crianças!

É urgente pôr fim à expulsão dos palestinos das suas casas e terrenos, aos colonatos e à ocupação!

É urgente impedir a política de terrorismo de Estado que visa inviabilizar a criação do Estado da Palestina!

É urgente pôr cobro à impunidade de Israel, aos seus crimes, às suas reiteradas violações do Direito Internacional!

Há décadas que o povo palestino aguarda a prometida criação dum Estado da Palestina.

Há décadas que a ocupação israelita se vai estendendo, com mais colonatos, mais anexações, mais expulsões, mais violência e guerra.

A Comissão Promotora das Comemorações Populares do 25 de Abril, que o MPPM integra, deliberou retomar a realização do desfile na Avenida da Liberdade, em Lisboa, em moldes adequados à situação sanitária que nos condiciona e com regras acordadas com a Direcção Geral de Saúde.

O desfile decorrerá entre o Marquês de Pombal e os Restauradores, com início às 15 horas ddo dia 25,  e está limitado a representantes das organizações integrantes da Comissão Promotora.

A Comissão Promotora apela a outras iniciativas propiciadoras de uma alargada homenagem ao 25 de Abril.

APELO À PARTICIPAÇÃO

Comemoramos 47 anos da Revolução de Abril - o heróico levantamento militar do Movimento das Forças Armadas, logo seguido por um amplo levantamento popular, que pôs fim a 48 longos anos de obscurantismo e ditadura fascista e a 13 anos de uma guerra colonial que vitimou milhares de jovens portugueses e dos povos irmãos africanos.

Assinalando o Dia dos Presos Palestinos, o MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – e a URAP – União de Resistentes Antifascistas Portugueses – , com o apoio do Museu do Aljube, promoveram, na terça-feira, 20 de Abril, uma sessão de solidariedade com os presos e detidos administrativos palestinos nas prisões de Israel.

A sessão foi aberta por Rita Rato, Directora do Museu do Aljube, que destacou o facto de esta iniciativa ter lugar no local onde se situava uma das mais sinistras prisões do fascismo português.

Carlos Almeida, intervindo em representação do MPPM, situou a questão dos presos palestinos no contexto mais geral da ocupação israelita para frisar que é todo um povo que tem a sua liberdade coarctada.

Tertúlia Coimbra 8 Abril 2021

Numa iniciativa da Plataforma pela Paz e o Desarmamento, em que o MPPM se insere, realizou-se em Coimbra, na quinta-feira, 8 de Abril, uma sessão dedicada à Palestina e integrada nas celebrações do Dia da Juventude.

A sessão iniciou-se com o visionamento do documentário «Como foi colonizada a Palestina» (https://youtu.be/OFueAVm2rpI) a que se seguiu um debate em que, por parte do MPPM, interveio Ana Biscaia, designer gráfica, que ilustrou vários livros sobre a Palestina.

Foram ainda exibidos testemunhos gravados de cinco jovens palestinos e de duas portuguesas que estiveram na Palestina (Ana Carvalho, jornalista e Joana Villaverde, artista plástica).

A sessão, que teve lugar no Espaço Liquidâmbar, contou com uma assistência jovem e participante, que as medidas sanitárias em vigor não permitiram que fosse mais alargada.

Celebra-se hoje, 30 de Março, o Dia da Terra Palestina. Nesta data, em 1976, forças repressivas israelitas mataram seis palestinos cidadãos de Israel que protestavam contra a expropriação de terras propriedade de palestinos, no Norte do estado de Israel, para aí instalar comunidades judaicas.

Cerca de 100 pessoas ficaram feridas e centenas foram presas durante a greve geral e nas grandes manifestações de protesto que, nesse dia, ocorreram em diferentes localidades palestinas no território de Israel.

Desde então, a data é celebrada como o Dia da Terra Palestina, simbolizando a determinação dos palestinos — de ambos os lados da Linha Verde, nos campos de refugiados e na diáspora — de preservar a sua história e de defender a sua terra como elemento essencial da sua identidade e da sua própria existência como povo.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) realizaram nesta quinta-feira, 19 de Novembro de 2020, na Casa do Alentejo, em Lisboa, uma sessão pública dedicada ao tema «Médio Oriente: Defesa da Justiça e da Paz».

Registaram-se intervenções de Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional do CPPC, Carlos Almeida, Vice-Presidente da Direcção Nacional do MPPM, José Goulão, jornalista e membro da Presidência do CPPC, e Nabil Abuznaid, Embaixador da Palestina em Portugal.

A situação na Palestina é indissociável da de todo o Médio Oriente, e isso reflectiu-se nas diferentes intervenções.

Houve um foco nas interferências e agressões externas, com especial destaque para os Estados Unidos e seus aliados europeus, recordando-se a sua responsabilidade nas guerras no Iraque, na Líbia, na Síria e no Líbano, ou ainda na agressão da Arábia Saudita ao Iémen.

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