Sessões e Actos Públicos

Na tarde de quinta-feira, 16 de Novembro, realizou-se na Praça 8 de Maio, em Coimbra, uma intervenção artística de solidariedade com a Palestina por iniciativa dos núcleos locais do MPPM, do CPPC, do MDM, do Projecto Ruído, da URAP, da AAPC e ainda da União de Sindicatos de Coimbra.

A iniciativa consistiu na pintura colectiva de um pano destinado a desfilar no "Abraço pela Paz na Palestina" – iniciativa agendada para terça-feira, 21 de Novembro – e contou com a presença de Ana Biscaia e outros artistas plásticos.

Teve enorme relevo e impacte sobre todos os transeuntes a participação nesta pintura de um grupo de crianças do pré-escolar do Jardim infantil 25 de Abril, sediado na Rua da Sofia. Muita gente quis registar fotograficamente tão terno momento.

Todos os que solicitaram puderam contribuir para a pintura, inclusive um estudante palestino presente que pintou no pano um escrito na sua língua: "Palestina Livre".

A cidade de Beja assistiu nesta quarta-feira, 16 de Novembro, por iniciativa da União dos Sindicatos de Beja – CGTP, do Conselho Português para a Paz e Cooperação e do MPPM, a uma bela acção cidadã sob o lema «Pela Paz no Médio Oriente, Pelos Direitos do Povo Palestino».

Partindo das Portas de Mértola, duas centenas e meia de pessoas, entre as quais se viam numerosos imigrantes árabes e muçulmanos, marcharam pelas ruas centrais da cidade segurando faixas e agitando bandeiras da Palestina e das organizações promotoras. Durante o vibrante desfile ressoaram palavras de ordem como «Paz sim, ocupação não», «Gaza não é prisão, massacre e cerco não» e «Palestina vencerá».

Manifestação pela Palestina - Beja, 16 de Novembro de 2023
Manifestação pela Palestina - Beja, 16 de Novembro de 2023
José Oliveira (MPPM) intervém em nome das organizações promotoras - Beja, 16/11/2023
José Oliveira (MPPM) intervém em nome das organizações promotoras - Beja, 16/11/2023

Centenas de pessoas participaram nas quatro iniciativas realizadas na Península de Setúbal, no dia 15 de Novembro de 2023, para denunciar os bárbaros crimes de Israel contra o povo palestino, muito em especial o massacre em curso na Faixa de Gaza que se traduziu até ao momento em mais de 11 000 mortos palestinos (quase metade dos quais crianças), milhão e meio de desalojados e destruições materiais imensas, criando uma catástrofe humanitária de proporções sem precedentes.

Os participantes exigiram com particular ênfase um cessar-fogo imediato que ponha fim ao massacre. Além disso, chamaram a atenção para o perigo do alastramento da guerra a todo o Médio Oriente e reclamaram uma solução de fundo para a questão, que implica necessariamente a criação de um Estado palestino independente e soberano. A palavra de ordem «Palestina vencerá» foi repetidamente entoada, em solidariedade com a luta do povo palestino.

O MPPM esteve na Escola Secundária de Camões, em Lisboa, no passado dia 13 de Novembro, com uma sessão à tarde, para os alunos da escola, e uma sessão à noite, para o público em geral, com a exibição do filme «A Terra Fala Árabe». Ambas as sessões foram seguidas de debate.

Na sessão da tarde, os estudantes que encheram por completo o Auditório assistiram muito interessados à projecção do documentário «Como foi colonizada a Palestina», de Abby Martin, e três filmes curtos da Aljazeera. Seguiu-se um período de perguntas e repostas animado por Jorge Cadima, do MPPM.

À noite, para o público em geral, e inserida na parceria da ES Camões com o ABC Cineclube de Lisboa, foi exibido o filme «A Terra Fala Árabe», de Marise Gargour. O debate subsequente, muito participado, foi moderado por Carlos Almeida, do MPPM.

O MPPM participou na manifestação promovida pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional que ontem, 11 de Novembro, levou milhares de pessoas a desfilar entre o Príncipe Real e o Cais do Sodré, em Lisboa, «Pelo aumento dos salários! Contra o aumento do custo de vida! Pelo direito à saúde e à habitação!», deste modo vincando os laços de solidariedade entre os trabalhadores portugueses, em luta pelos seus direitos, e o povo palestino em luta pela paz e pelos seus direitos nacionais.

Respondendo ao apelo da União dos Sindicatos do Algarve – CGTP, do Conselho Português para a Paz e Cooperação e do MPPM, duas centenas de pessoas reuniram-se na Rua de Santo António, no centro da capital algarvia, para demonstrar o seu repúdio pela bárbara agressão de Israel contra a Faixa de Gaza, que já provocou mais de 10 000 mortos palestinos (quase metade dos quais crianças) e enormes destruições materiais, criando uma catástrofe humanitária de proporções inimagináveis.

Ao mesmo tempo que exigiram um cessar-fogo imediato que ponha fim ao massacre, os participantes na Vigília alertaram para o perigo do alastramento da guerra a todo o Médio Oriente e reclamaram uma solução de fundo para a questão, que passa pela criação de um Estado palestino independente e soberano. A solidariedade com o povo palestino foi afirmada uma e outra vez na palavra de ordem «Palestina vencerá».

Mais de um milhar de pessoas desfilou no Porto, na tarde de 5 de Novembro, entre a Praceta da Palestina e a Praça D. João I, manifestando-se pela paz no Médio Oriente e pela independência da Palestina, contra a guerra e o massacre que Israel faz em Gaza, pelo cessar-fogo imediato, e pela ajuda humanitária urgente.

Na Praça D. João I, com apresentação da jovem Ana Pedro, intervieram Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP-IN, José António Gomes, da Direcção Nacional do MPPM, Manuel Loff, um dos promotores de um manifesto de solidariedade com a Palestina, a estudante palestina Nur Latif e Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC.

O evento terminou com música e danças da Palestina.

Intervenção de José António Gomes na manifestação de 5 Nov 2023 no Porto
Intervenção de José António Gomes na manifestação de 5 Nov 2023 no Porto
Música e danças palestinas na manifestação de 5 Nov 2023 no Porto
Música e danças palestinas na manifestação de 5 Nov 2023 no Porto
Vigília em Lisboa, 3 Novembro 2023

Os milhares de mortos palestinos vitimados pela bárbara agressão de Israel contra a Faixa de Gaza foram ontem,.3 de Novembro, evocados numa Vigília realizada na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, por iniciativa do CPPC, da CGTP-IN, do MPPM e da Associação Juvenil Projecto Ruído.

Centenas de pessoas participaram na iniciativa que começou com a colocação no relvado de 8000 bandeiras palestinas, que era o número de vítimas à data da convocação da iniciativa, número esse infelizmente já muito ultrapassado.

400 velas compuseram a palavra PAZ, que foi o tema dominante das intervenções dos quatro oradores: cessar-fogo imediato para assistência humanitária e paz para a região.

António Olaio disse poesia de autores palestinos e falaram Pedro Henriques, pelo Projecto Ruído, Julie Neves, pelo CPPC, Raul Ramires, pelo MPPM, e Gonçalo Paixão , pela Interjovem - CGTP
 

Nem o silêncio nem a desinformação da comunicação social podem negar esta evidência: foram muitos os milhares de pessoas que neste domingo, 29 de Outubro, participaram na grande manifestação «Paz no Médio Oriente, Palestina Independente!», dizendo «Não à Guerra, Não ao Massacre!».

Respondendo a uma convocação do CPPC, da CGTP-IN e do MPPM, a aque se associaram muitas outras organizações e colectivos, desfilou-se entre a Praça Martim Moniz e a Praça do Município, em Lisboa, para reclamar o fim do ataque genocida de Israel ao povo palestino, gritando “Paz Sim, Guerra Não!”, “Paz no Médio Oriente, Palestina Independente!”, “Gaza não é Prisão, Massacre e Cerco Não!” mas, sobretudo, “Palestina Vencerá!”.

No sábado 28 de Outubro realizou-se, com a presença de cerca de 800 pessoas, o III Encontro pela Paz promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e mais 12 organizações e entidades, nomeadamente o MPPM, as Câmaras Municipais de Vila Nova de Gaia, Évora e Setúbal, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN), a Juventude Operária Católica (JOC), a Federação Nacional de Professores (FENPROF), a Confederação Portuguesa de Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD), a Obra Católica Portuguesa das Migrações, os Municípios pela Paz, o Movimento Democrático de Mulheres (MDM) e a União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP).

José António Gomes | É legítima a resistência dos Palestinos à ocupação
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Jorge Cadima | A Paz é urgente, a Paz é inadiável!
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Carlos Almeida | Ninguém pode dizer: eu não sabia!
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