Sessões e Actos Públicos

É preciso parar o terrorismo do governo de Israel.
O método não é novo: de cada vez que o governo de Israel se sente pressionado internacionalmente, ou o povo palestiniano se une para determinar o seu caminho, procura um pretexto para lançar uma onda de violência sobre a população palestiniana. Os pretextos são, com frequência, acções atribuídas ao Hamas, neste caso, o rapto e assassinato de três colonos, acusação rejeitada por esta organização.
A violência e a morte intensificaram-se nos últimos dias, em nome de um direito de "retaliação". Embora a imprensa repita, sem questionar, essa versão, sabemos que se trata, na verdade, de crimes de guerra perpetrados por uma potência ocupante.
Neste ano da 2014, proclamado pelas Nações Unidas como Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, a Apordoc – Associação pelo Documentário - acolheu uma proposta do MPPM para assinalar o Dia Mundial do Refugiado com uma sessão do Rossio ("um cineclube informal, irregular e itinerante") dedicada aos refugiados palestinos: porque dois em cada cinco refugiados em todo o mundo são palestinos; porque os refugiados palestinos são os que se encontram há mais tempo nesta situação; porque 7 milhões de palestinos, constituindo três quartos da população, são refugiados ou deslocados.
Nakba 66 no Clube Estefânia
O MPPM assinalou o 66.º Dia da Nakba, em 15 de Maio, com uma sessão organizada em colaboração com o Clube Estefânia, na sede desta associação, em Lisboa. Foram oradores Hikmat Ajjuri, Embaixador da Palestina em Portugal; Carlos Carvalho, Vice-Presidente do MPPM; Jorge Cadima, Vice-Presidente da Assembleia Geral do MPPM; e Miquelina Almeida, Vice-Presidente do Clube Estefânia.

 

Neste dia 1.º de Maio o MPPM associou-se à celebração do Dia do Trabalhador promovida pela CGTP-IN na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa.
No Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, decretado pela ONU para 2014,estivemos presentes com um pavilhão em que exibimos material informativo sobre a situação deste povo, sua história, sua luta e sua cultura.
Quem nos visitou pôde informa-se ou trocar impressões sobre a questão palestina e a situação no Médio Oriente.
Na oportunidade, pôde também subscrever a Petição para a Proibição Total das Armas Nucleares lançada, a nível mundial, pelo Conselho Japonês contra as Bombas A & H, promovida em Portugal pela CGTP-IN e a que o MPPM deu o seu apoio.
Edward Said, o autor de Orientalismo, escritor e activista da defesa dos direitos do povo palestino que, com Daniel Barenboim, fundou a West Eastern Divan Orchestra, faleceu em 25 de Setembro de 2003.
Assinalando o 10.º aniversário do seu falecimento, o MPPM homenageou a sua memória com uma «conversa informal» realizada na Livraria Bulhosa-Entrecampos e conduzida pelos Profs. Adel Sidarus (jubilado, Universidade de Évora) e Eva-Maria von Kemnitz (coordenadora do Instituto de Estudos Orientais da Universidade Católica).
Sessão Nakba 65 anos
No dia 15 de Maio assinalou-se o 65.º aniversário da «Nakba», que em árabe quer dizer Catástrofe, e que marca o princípio da tragédia que se abateu sobre o Povo Palestino, perseguido, massacrado e expulso da sua terra pelos novos ocupantes judeus.
A independência do Estado de Israel, proclamada unilateralmente em 14 de Maio de 1948, significou para os palestinos o início da devastação da sua sociedade, a eclosão de um drama individual e colectivo que perdura até aos nossos dias. Repartido o seu território pelo novel Estado judaico (na parte consagrada pela Resolução 181 das Nações Unidas, de 29 de Novembro de 1947), pelo reino da Jordânia (a Cisjordânia) e pelo Egipto (a Faixa de Gaza), os palestinos tornaram-se exilados na sua própria pátria, com a maioria das terras confiscadas e os direitos cívicos reduzidos ou eliminados.
O MPPM associou-se às comemorações do 1.º de Maio promovidas pela CGTP-IN, em Lisboa, estando presente com uma banca na Alameda D. Afonso Henriques.
Consciente do papel fundamental da solidariedade internacional no sucesso da luta dos povos pela conquista e manutenção dos seus direitos fundamentais, o MPPM aproxima a luta dos trabalhadores e do restante povo palestino à luta dos trabalhadores portugueses.
 
«Sete Crianças Judias» na Barraca
A Barraca dedicou a comemoração do Dia Mundial do Teatro (27 de Março) deste ano ao esforço que, na cidade de Jenin, na Palestina, a Companhia Freedom Theater tem vindo a realizar, com ameaças de morte, mortes e prisões efectivas, mantendo vivo um trabalho que já dura há 7 anos.
Um vídeo montado por Paulo Vargues a partir de um filme palestino, mostrou a actividade da Companhia, o seu espaço, a sua paixão, trazendo ao nosso público o testemunho de até onde o Teatro pode ser generoso e heróico.
O MPPM, a Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo, a Cooperativa Alves Redol e o Grupo Dramático Povoense, promoveram uma sessão de solidariedade com a Palestina, no espaço desta colectividade, no dia 23 de Março de 2013.
Foi exibido o filme A Terra Fala Árabe, de Maryse Gargour, comentado por Carlos Almeida, da Direcção Nacional do MPPM.
Com apresentação de Adel Sidarus, também da Direcção Nacional do MPPM, seguiu-se um apontamento de poesia palestina com poemas ditos pelo próprio, por Teresa Palma Fernandes, por Lia Viegas e por Shahd Wadi.
A sessão terminou com um debate moderado por Carlos Almeida em que também participou Moussa Abunaim, Ministro Conselheiro da Embaixada da Palestina.
A morte do cidadão palestino Arafat Jaradat, ocorrida no passado dia 23 de Fevereiro nas cadeias israelitas, veio, uma vez mais, chamar a atenção da opinião pública para a situação dramática em que se encontram os prisioneiros palestinos nas prisões do Estado de Israel.
Várias organizações portuguesas, entre as quais o MPPM, tornaram público um documento em que:
Expressam a sua solidariedade com os presos políticos palestinos e, através deles, com todo o povo palestino vítima da ocupação israelita 
- Reclamam dos órgãos de soberania portugueses uma intervenção firme e determinada, que responsabilize Israel pela situação dos presos políticos palestinos e que exija o cumprimento, por aquele estado, dos princípios e normas do direito internacional e humanitário a que está obrigado pela sua condição de membro das Nações Unidas 

Páginas

Subscreva Sessões e Actos Públicos