Sessões e Actos Públicos

O Conselho Português para a Paz e Cooperação e o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente promoveram uma Sessão de Solidariedade com a Palestina que encheu a Casa do Alentejo, em Lisboa, na quinta-feira, 8 de Fevereiro.

A sessão foi moderada por Rui Garcia, vice-presidente do CPPC, e contou com intervenções de Mmamokwena Gaoretelelwe, Embaixadora da África do Sul; Nabil Abuznaid, Embaixador da Palestina; José Goulão, Jornalista; e Carlos Almeida, vice-presidente do MPPM.

No final, em representação das organizações promotoras, Carlos Almeida entregou ao Embaixador da Palestina os postais com mensagens de solidariedade recolhidos na iniciativa «Postais para a Palestina» realizada no dia 1 de Fevereiro no Rossio, em Lisboa.

Numa iniciativa do CPPC e do MPPM voltámos à rua em Lisboa para falar da Palestina. Foi na quinta-feira, 1 de Fevereiro, e o local escolhido foi a Rua 1º de Dezembro, junto ao Rossio.

Convidámos as pessoas a escrever um postal com uma mensagem de solidariedade com a Palestina ou a tirar uma fotografia com um cartaz reclamando o fim da agressão israelita. Também houve oportunidade para esclarecimentos e troca de impressões.


Fotos: MPPM e CPPC

Nesta sexta-feira, 26 de Janeiro, a Casa-Museu João de Deus, em São Bartolomeu de Messines, acolheu uma sessão de esclarecimento sobre a situação na Palestina que contou com intervenções de Sofia Costa, do CPPC; Catarina Marques, coordenadora da União dos Sindicatos do Algarve; Carlos Almeida, do MPPM; e Rosa Palma, presidente da Câmara Municipal de Silves, que recentemente visitou a Palestina integrada numa delegação da Associação Nacional dos Municípios Portugueses.

Na assistência encontravam-se, nomeadamente, a presidente da Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines e o eurodeputado José Gusmão.

No final, houve uma breve vigília, com o desfraldar da bandeira da Palestina do balcão da Casa-Museu.

A Casa-Museu está a exibir a exposição «Construir a paz com os valores de Abril» produzida pelo CPPC.
 

Algumas centenas de pessoas concentraram-se na Praceta da Palestina, no Porto, no fim da tarde desta quarta-feira 24 de Janeiro, para reclamar o fim da agressão israelita contra a Faixa de Gaza com um cessar-fogo imediato e duradouro.

Paz no Médio Oriente! Palestina Independente! foi o lema do evento, convocado pelo CPPC, pela USP/CGTP-IN, pelo MPPM e pelo Projecto Ruído, e que registou intervenções de José António Gomes (MPPM), Tiago Oliveira (USP) e Ilda Figueiredo (MPPM).

As mesmas organizações estão a convocar, para 16 de Fevereiro, a partir das 17h30, a formação de um Cordão Humano entre a Estação da CP e a Praça da Liberdade, em Viana do Castelo.


Milhares de pessoas voltaram às ruas de Lisboa numa grande jornada de solidariedade e luta para reclamar o fim do genocídio do povo palestino que Israel está a levar a cabo em Gaza e na Cisjordânia com o apoio dos Estados Unidos e a cumplicidade da União Europeia.

Simbolicamente, a manifestação, convocada pelo CPPC, pela CGTP-IN, pelo MPPM e pelo Projecto Ruído – Associação Juvenil e a que aderiram muitas outras organizações e colectivos, teve início junto da Embaixada dos EUA, onde André Levy leu textos de denúncia do apoio político e material dos EUA à barbárie desencadeada por Israel.

Os manifestantes percorreram a Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, atravessaram a Praça de Espanha, subiram a Avenida António Augusto Aguiar e terminaram junto à Embaixada de Israel onde Vanessa Borges e Fernando Jorge apresentaram as diversas intervenções.

As primeiras intervenções foram do médico João Miranda e do jornalista Ricardo Cabral Fernandes, recordando as centenas de profissionais de saúde e de...

Nesta quinta-feira, 21 de Dezembro, o CPPC e o MPPM geraram um movimento de solidariedade com a Palestina, no Rossio, em Lisboa, convidando os passantes a tirar uma fotografia com uma mensagem de apoio ao povo palestino.

Foram muitas as pessoas que, ao longo de mais de uma hora, acederam ao convite, havendo ainda a oportunidade para esclarecimentos e troca de informações.

Recorda-se que, em 14 de Janeiro próximo, estas organizações e ainda a CGTP-IN e o Projecto Ruído promovem uma grande manifestação em Lisboa.


Fotos: CPPC, MPPM

Por iniciativa do CPPC, do MPPM, da USP / CGTP-IN e do Projecto Ruído, algumas centenas de pessoas estabeleceram um cordão humano entre o Largo da Trindade e a Praça Humberto Delgado. Com apresentação do Projecto Ruído, falaram José António Gomes, pelo MPPM, Henrique Borges, professor, Miguel Ângelo, pela União dos Sindicatos do Porto e Ilda Figueiredo, pelo CPPC.

O MPPM participou na iniciativa Cordão Humano pela Palestina que, neste sábado 16 de Dezembro, visava ligar quatro locais simbólicos da cidade de Lisboa: o Hospital de Santa Maria, evocando o pessoal de saúde palestino vitimado pela agressão genocida de Israel contra Gaza; a Embaixada dos Estados Unidos da América, o maior apoiante da campanha assassina de Israel; a Embaixada de Israel; e a Maternidade Alfredo da Costa, recordando os milhares de crianças mortas em Gaza.

Muitas centenas de pessoas e várias organizações responderam ao apelo da Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina concentrando-se nos quatro locais e chegando mesmo a formar o cordão entre a Embaixada de Israel e a MAC.

O MPPM partiu da Praça de Espanha e concentrou-se frente à Embaixada dos EUA onde foram ouvidas duas intervenções: Carlos Almeida, vice-presidente do MPPM [texto em anexo], e Sandra Monteiro, jornalista, directora do Le Monde Diplomatique – edição portuguesa.

Nesta quinta-feira, 14 de Dezembro, por iniciativa dos núcleos locais do CPPC, do MPPM, do MDM, do Projecto Ruído, da URAP e da AAPC, e ainda da USC/CGTP-IN, foram colocadas bandeirinhas da Palestina em várias praças e rotundas da cidade de Coimbra em memória das crianças mortas na agressão genocida de Israel contra a população palestina da Faixa de Gaza.

Desde 7 de Outubro, subiu a 18 787 o número de palestinos mortos por Israel, havendo 50 897 feridos e milhares de desparecidos soterrados sob os escombros. Mais de dois terços das vítimas são mulheres e crianças.

Os livros de história estão cheios de violências, de crimes e massacres, genocídios, formas institucionalizadas de domínio e desumanização do outro.

Quando os lemos, perguntamos: Como foi possível? O que aconteceu para que aquilo que hoje, com a distância, nos parece inteligível nas suas causas, não tivesse sido travado? Diremos talvez que à época em que isso terá acontecido, o mundo talvez desconhecesse, as notícias não corriam céleres como hoje. E inevitavelmente nos perguntamos quem eram os homens e as mulheres daquele tempo, o que disseram, o que fizeram para travar essas violências, que valores defenderam, que posições tomaram?

O dia vai chegar em que será a vez de os nossos filhos, os nossos netos olharem os livros de história, e aprenderem a soletrar a palavra Gaza, Palestina. Ouvirão falar de um tempo em que foi possível que uma população de mais de 2 milhões de pessoas, encarceradas num território com 300 e poucos km2 fosse bombardeada, massacrada durante semanas, quem sabe se...