O MPPM esteve presente, na tarde do dia 9 de Junho, no Protesto “Fim ao Genocídio, fim à ocupação ilegal da Palestina. Libertem os activistas da flotilha, quebrem o cerco a Gaza”.
Esta acção urgente foi convocada por um conjunto de colectivos e pessoas individuais na sequência do apresamento do navio “Madleen” e do sequestro da sua tripulação por parte de Israel - mais uma flagrante violação do direito internacional e mais um episódio na longa e sinistra história do cerco de Gaza por parte de Israel que nos últimos quase dois anos se converteu em genocídio aberto e despudorado.
Os manifestantes exigiram a libertação imediata da tripulação do “Madleen”, a entrada urgente de ajuda humanitária e o fim do bloqueio a Gaza, o fim do genocídio em curso, o fim do Acordo de Cooperação UE-Israel e o reconhecimento do Estado da Palestina por parte de Portugal, entre outras palavras de ordem.
As organizações e manifestantes presentes deixaram também claro que tencionam continuar a demonstrar...
O mural que homenageia o heróico povo palestino e que foi inaugurado na Rua Voz do Operário, em Lisboa, no dia 29 de Novembro de 2024, com projecto do muralista António Alves, tem sido objecto de actos de vandalismo aos quais, no entanto, respondemos com uma pronta reconstituição do original.
Assim aconteceu de novo neste sábado, 7 de Junho, num acto a que se associaram alguns voluntários e que mereceu simpatia e aplauso de quem passava.
Ao repor as imagens do mural e ao reconstituir as mensagens nele contidas, queremos deixar claro que não deixaremos de continuar a lutar por tudo o que ali está escrito até que seja uma realidade.
Uma vez mais a organização da Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa convidou o MPPM a integrar a manifestação numa demonstração de apoio à luta do povo palestino e de repúdio pelas manobras de “pinkwashing” israelita.
No desfile que encheu a Avenida da Liberdade, muitas vozes se juntaram à nossa na denúncia do genocídio israelita e na convicção de que, ao defender a liberdade dos palestinos, estamos a defender as nossas próprias liberdades.
No final, no Terreiro do Paço, Carlos Almeida interveio em nome do MPPM:
«Boa tarde.
Dirijo-vos três palavras e um apelo.
A primeira palavra é para saudar a Marcha LGBTI+, como espaço de liberdade, que cultiva a fraternidade e o amor, e onde todas vidas são respeitadas na dignidade que devida a todos os seres humanos; obrigado por fazerem deste um lugar de festa, mesmo que sejam sombrios os tempos que vivemos; os nossos direitos, bem o sabemos, em todas as esferas da nossa vida, individual e social, foram conquistados de punhos cerrados, sorriso nos...
A Baixa de Lisboa assistiu hoje a mais uma vibrante manifestação de solidariedade com a Palestina e de protesto contra a agressão genocida de Israel contra o povo palestino.
Ao fim da tarde desta quarta-feira 4 de Junho muitas centenas de pessoas concentraram-se no Largo do Chiado respondendo ao apelo de CGTP-IN, CPPC, MPPM e Projecto Ruído.
-Palestina vencerá!
- Paz no Médio Oriente, Palestina independente
Iniciou-se o desfile descendo a Rua Garrett enquanto se gritava:
- Libertar a Palestina, acabar com a chacina!
- Israel é culpado por um povo massacrado!
Ao descer a Rua do Carmo os manifestantes foram surpreendidos com o desfraldar de uma enorme bandeira da Palestina da galeria do elevador de Santa Justa.
- Hoje e sempre, Palestina independente!
- Israel é violência, Palestina é resistência!
Nesta altura já a percussão dos Ritmos da Resistência animava o desfile e fazia contraponto às palavras de ordem.
- Em cada cidade, em cada esquina, somos todos Palestina!
Cerca de centena e meia de profissionais que desenvolvem actividades ligadas à infância subscreveram um documento em que repudiam o genocídio em Gaza e apelam a um mundo de Paz.
Este é o texto do manifesto com a lista dos seus subscritores:
Criamos e trabalhamos para a infância. Ante o massacre de milhares de crianças e outros Palestinos em Gaza, não seremos cúmplices pelo silêncio. Denunciamos e repudiamos o genocídio. Um mundo de paz é possível. É esse o mundo que desejamos.
Abigail Ascenso, ilustradora Alain Corbel, ilustrador Alice Vieira, escritora Álvaro Magalhães, escritor Amanda Baeza, ilustradora Anabela Dias, ilustradora Ana Biscaia, ilustradora Ana Cepeda, assistente editorial Ana Cristina Macedo, professora ens. sup., crítica Ana Filomena Amaral, escritora Ana Margarida Ramos, professora univ., crítica Ana Parada da Costa, ativista Ana Paula Faria, editora Ana Paula Oliveira, prof. bibliotecária, escritora Ana Rita Fernandes, livreira André Carrilho, ilustrador André da Loba, ilustrador André...
O Projecto Ruído – Associação Juvenil assinalou o Dia Mundial da Criança, 1 de Junho, com um acto público em Sete Rios, Lisboa, a que o MPPM se associou. Numa homenagem às crianças palestinas, foram afixados cartazes com nomes de crianças palestinas assassinadas por Israel durante o seu ataque genocida à Faixa de Gaza.
O comediante Manuel Rosa contextualizou o acto público e leu alguns poemas de poetas palestinos, dando a palavra, sucessivamente, a Mariana Metelo (Projecto Ruído) e José Oliveira (MPPM).
Encerrou o acto a senhora Embaixadora da Palestina, Rawan Sulaiman.
Texto da intervenção de José Oliveira em nome do MPPM:
No dia em que assinalamos o Dia da Criança, em Gaza a infância está a ser exterminada.
Desde Outubro de 2023, Israel matou mais de 17.000 crianças palestinas. Milhares de outras foram feridas, ficaram sem o pai ou a mãe, ou sem os dois, ou estão desaparecidas sob os escombros. Todos os dias, 100 crianças são mortas ou feridas. Uma a cada 15 minutos.
Centenas de pessoas acorreram nesta sexta-feira, 23 de Maio, ao Rossio, em Lisboa, para manifestar a sua solidariedade com o povo palestino e para condenar veementemente todos os que, por acção ou por omissão, são cúmplices da agressão genocida de Israel contra o povo mártir da Palestina.
Com apresentação de Manuel Rosa, que leu um poema da autoria de Judite Almeida, do colectivo Parents for Peace, intervieram, em representação das organizações promotoras, Julie Neves (CPPC), Dinis Lourenço (CGTP-IN), Carlos Almeida (MPPM) e Inês Reis (Projecto Ruído).
Foi anunciada nova acção de protesto em Lisboa, no dia 4 de Junho, às 18 horas, com concentração no Largo do Chiado e desfile até à Rua Primeiro de Dezembro.
Cerca de três centenas de pessoas concentraram-se na Praceta da Palestina, no Porto, expressando com palavras eloquentes, com música, com poesia e com pintura a sua solidariedade com a Palestina. Pelo fim do genocídio, pelo fim dos assassinatos e ocupações na Cisjordânia, pelo reconhecimento do Estado da Palestina, pelo cessar-fogo permanente em Gaza e pela entrada, sem bloqueios, da ajuda humanitária na Faixa.
Houve ainda palavras especialmente firmes contra as muitas hesitações da União Europeia e do governo português em cortar com a cumplicidade activa com o governo genocida de Israel, quer em termos de cooperação institucional, cultural e científica, quer no plano militar.
A luta e a solidariedade não podem parar – foi dito nesta participada concentração em que se sinalizaram os 77 anos da Nakba. Ouviram-se palavras de ordem reclamando a independência da Palestina e a paz no Médio Oriente.
Joana Duarte, da associação juvenil Projecto Ruído. introduziu e orientou as intervenções. O...
O Trio Jakob, composto por Manuel de Almeida-Ferrer (violino), Carla Peña Romero (violoncelo) e Imanol Casán (piano), encerrou a participação do MPPM no III Arte pela Palestina apresentando, no sábado 17 de Maio, na Casa do Comum, em Lisboa, o concerto «Música e Resistência» em que interpretaram a transcrição de quatro canções palestinas e o Trio n. 2, em mi menor, op. 67, de Dimitri Chostakovich.
A anteceder a apresentação do Trio de Chostakovitch, escrito durante o cerco de Leninegrado, Manuel Ferrer apresentou a cronologia deste evento marcante da II Guerra Mundial sendo inevitáveis os paralelismos com a actual situação em Gaza.
No dia 15 de Maio, em que se assinaram 77 anos da contínua Nakba palestina, o CPPC, a CGTP-IN, o MPPM e o Projecto Ruído promoveram, na Casa do Alentejo, em Lisboa, um evento de solidariedade com o povo palestino.
Com uma significativa presença de membros da comunidade palestina, o evento abriu com uma intervenção musical, no alaúde, de Ahmad Dari, um artista e curador palestino residente em Paris que se deslocou a Portugal a convite da Embaixada da Palestina.
Seguiu-se a participação de ÚDI, cantor e compositor que várias vezes generosamente se tem associado a iniciativas pela Palestina.
A senhora embaixadora da Palestina, Rawan Sulaiman, fez uma breve alocução em que referiu o significado da data e enalteceu a actividade das organizações de solidariedade em Portugal.
Em nome das organizações promotoras, interveio Mariana Metelo, do Projecto Ruído.
A segunda parte do evento foi preenchida com uma exibição do grupo Handala Dabke que fez uma animada demonstração da dança tradicional...