Solidariedade em Portugal

Vários membros das tripulações das embarcações Freedom e Al-Awda, que integram a Flotilha da Liberdade 2018 — Rumo a Gaza e se encontram amarradas na Marina de Cascais, tiveram, hoje de manhã, um encontro com a Comunicação Social no espaço da Casa de Santa Maria posto à disposição pelo Município. O encontro contou ainda com a presença do deputado Bruno Dias, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina.
No final, os tripulantes acompanharam os jornalistas e os activistas portugueses numa visita às duas embarcações.
A entrada do veleiro Freedom estava prevista para a noite de ontem, mas à última hora surgiu a proibição da Marina de Cascais que pretendia ainda a saída do Al-Awda. Foram precisas doze horas de negociações, com avanços e recuos, para que, finalmente, as duas embarcações se juntassem. Mais uma vez, a força da solidariedade derrotou o braço longo do sionismo.
Membros da tripulação, com representantes das organizações que acolhem a Flotilha da Liberdade em Portugal e o vice-presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, deputado Ivan Gonçalves vão estar hoje às 18.30 horas, na Associação José Afonso, Rua de São Bento, 170, em Lisboa, para uma sessão pública que contará com a actuação do Coro da Achada.
O presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, recebeu hoje de manhã os membros da Flotilha da Liberdade Zohar Chamberlain Regev, israelita, coordenadora da Flotilha; Awni Farhat, palestino, natural de Gaza; e Carlos Ponte, médico de Oviedo, Espanha. Acompanharam-nos, em representação das organizações que acolhem a Flotilha em Portugal, Carlos Almeida, do MPPM, e Natasha Ribeiro, do GAP.
 
 
O navio Al-Awda (O Regresso) que, com o veleiro Freedom (Liberdade), integra a Flotilha da Liberdade 2018 — Rumo a Gaza, atracou hoje na Marina de Cascais. Todavia, quem ali se deslocou para saudar a tripulação, à semelhança do que tem sido feito em todos os outros portos da Europa por onde tem passado, foi impedido de o fazer, tendo que se reunir no exterior da Marina. Também os jornalistas foram impedidos de colher fotografias da embarcação. A situação é tanto mais absurda quanto a Vila de Cascais é geminada com Gaza!
Os barcos Freedom (Liberdade) e Al-Awda (O Retorno), que integram a Flotilha da Liberdade 2018, vão ser acolhidos na Marina de Cascais amanhã, 19 de Junho, às 17h. A Flotilha da Liberdade pretende navegar até Gaza para romper o desumano bloqueio a que Israel sujeita o pequeno território palestino.
Até dia 22, realizam-se na zona de Lisboa uma série de acontecimentos [https://www.facebook.com/MPPM.Movimento.Palestina/photos/a.2161335350730... animados pelos membros da Flotilha e várias organizações portuguesas, incluindo o MPPM, para exigir o fim do bloqueio à Faixa de Gaza e reclamar o direito a um futuro justo para a Palestina.
Flotilha da Liberdade impedida de atracar em Paris
Flotilha da Liberdade impedida de atracar em Paris
Uma pequena frota de 4 barcos dirige-se à Faixa de Gaza para tentar quebrar o bloqueio ilegal que Israel lhe impõe há mais de uma década e para reclamar o direito a um futuro justo para a Palestina. Os barcos fazem escala em diferentes portos europeus, estando prevista a chegada de um deles à Marina de Cascais no próximo dia 19 de Junho.
O Hurriyah (Liberdade), um dos barcos, que partiu da Suécia rumo à Palestina, deixou o porto britânico de Brighton na passada sexta-feira. A tripulação de flotilha e activistas locais realizaram várias actividades em Brighton durante três dias para informar sobre o desumano bloqueio a Gaza. O Hurriyah dirigiu-se depois para o porto francês de La Rochelle.
Contando novamente com o apoio do Centro InterculturaCidades, o MPPM organizou um segundo jantar de apoio à Flotilha da Liberdade que passa em Lisboa neste mês de Junho.
Mais de três dezenas de pessoas participaram no evento que se iniciou com a exibição do documentário «Miko Peled - O Filho do General» seguido de um animado debate moderado por Carlos Carvalho.
O jantar teve uma ementa de inspiração palestina e a noite terminou com um concerto pelo cantor turco Gülami Yesildal acompanhado a saz, um instrumento de cordas
 
Mais de cinco centenas de pessoas reuniram-se esta tarde, no Largo de Camões, em Lisboa, em resposta a um apelo lançado pelo CPPC, pela CGTP-IN, pelo MDM e pelo MPPM, a que se associaram mais de 50 outras organizações e acima de uma centena de subscritores individuais. Falaram, em nome das organizações primeiras promotoras, Filipe Ferreira (CPPC), Ana Souto (MDM), Carlos Almeida (MPPM) e Arménio Carlos (CGTP-IN). Houve sentida manifestação de solidariedade com a heróica resistência do povo palestino e uma veemente condenação da decisão da administração americana pela decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e par aí transferir a sua embaixada. Causou vivo repúdio a realização dos festejos de inauguração da embaixada ao mesmo tempo que o exército israelita continua a assassinar manifestantes palestinos desarmados. Só no dia de hoje, já se tinham registado mais de 50 mortos e acima de dois milhares de feridos.
O MPPM apoia a Flotilha da Liberdade (Freedom Flotilla) - Rumo a Gaza, (2018), que passará por Portugal, neste Verão. Com o apoio do Centro InterculturaCidades, o MPPM organizou um primeiro jantar palestino de apoio a esta iniciativa e de angariação de fundos que serão destinados a suprir algumas necessidades da tripulação. Haverá um segundo jantar no próximo dia 25 de Maio.
A anteceder o jantar, houve a exibição de dois documentários («The Documentary Israel does not want you to see - Occupation 101 - Part 3 of 9» e «Bilin - the struggle against the annexation wall») a que se seguiu um debate moderado por Adel Sidarus.
Para o jantar houve Hummus (pasta de grão com tahine e coentros), para entrada, Makluba (é uma espécie de paella, confeccionado em camadas com frango, arroz basmati, beringela e couve flor assada, tomate e cebola) para prato principal e Harissa palestino (bolo de semolina com amêndoa) para sobremesa.
O MPPM, a Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo e a Associação Alves Redol realizaram uma sessão de esclarecimento sobre a Palestina no Auditório da Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira.
António Redol, em nome da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo, abriu a sessão.
Foi então exibido o filme «O Muro de Ferro», do realizador palestino Mohammed Alatar, que aborda a história da implantação sionista na Palestina, acompanhando o crescimento da construção dos colonatos e o seu impacte no processo de paz. Foca, ainda, os mais recentes projectos para tornar permanentes os colonatos – a construção do Muro e o seu efeito na vida da população palestina.
Jorge Cadima, da Direcção Nacional do MPPM, fez uma breve síntese dos aspectos mais sensíveis da questão palestina, sem esquecer os graves acontecimentos da actualidade. Seguiu-se um debate com forte participação da assistência.
 

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