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O MPPM organiza, anualmente, em torno da data de 29 de Novembro, um conjunto de iniciativas que designa por Jornadas de Solidariedade com a Palestina. O dia 29 de Novembro foi proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas como o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino. Em 1947, nesse dia, foi aprovada a Resolução 181 que determinou a partilha do território histórico da Palestina em dois Estados: o de Israel e o da Palestina.
O Estado de Israel autoproclamou-se em 1948, intensificou uma campanha, iniciada anos antes, de violência extrema sobre a população palestina. Os palestinos há 68 anos que esperam o reconhecimento do seu Estado pela ONU.
O MPPM organizou o já tradicional jantar com ementa palestina, integrado nas Jornadas de Solidariedade com a Palestina 2015.
Cerca de uma centena de pessoas experimentou os sabores da gastronomia palestina no dia 21 de Novembro, em Alfama, no espaço do Grupo Sportivo Adicense, que mais uma vez se associou ao MPPM nesta iniciativa.
Ashraf Amin preparou uma ementa que incluía hummus (grão de bico, alho, limão, molho de sésamo, especiarias), babaghanoj (beringelas, molho de sésamo, alho, especiarias) e salada palestina (tomate, pepino, pimento verde, salsa, cebola) como entradas, frango à palestina (frango, tomilho, misturas de especiarias palestinas) e uzi (arroz, legumes, especiarias) com prato principal e esh elsaraya (tostas e creme e pistachos) para a sobremesa.
O CPPC organizou na Casa do Alentejo, em Lisboa, no dia 23 de Setembro, uma sessão de solidariedade com os refugiados a nível mundial e de denúncia das causas e reesponsáveis pela tragédia.
Carlos Carvalho, Vice-Presidente do MPPM, foi um dos oradores convidados pelo CPPC para intervir nesta sessão. As intervenções foram de Deolinda Machado (Movimento Erradicar a Pobreza), Lisandra Rodrigues (Juventude Operária Católica), José Goulão (Jornalista) e Sérgio Ribeiro (Conselho Português para a Paz e Cooperação).
Houve ainda intervenções da CGTP-IN e de vários participantes na sessão.
A CGTP-IN promoveu no dia 18 de Setembro,  no Auditório da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, em Lisboa, um debate, muito participado, sobre «A tragédia humanitária no Mediterrâneo e na Europa», sobre a situação dos refugiados e imigrantes, vítimas das guerras, das agressões, da exploração económica.
Participaram neste debate, organizado pela CGTP-IN, as seguintes organizações:
- Conselho Português para os Refugiados
- MPPM- Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
- Serviço Jesuíta aos Refugiados 
- Comissão Nacional Justiça e Paz
- Obra Católica Portuguesa de Migrações
- Conselho Português para a Paz e Cooperação
Em representação do MPPM interveio Vítor Silva, membro da Direcção Nacional.
A região do Mediterrâneo Oriental/Médio Oriente tem sido, nas últimas décadas, a mais conflituosa e insegura. Nela se situa a Palestina, que é palco do mais velho e dramático conflito aberto neste momento.
Olhando para a história, vê-se a constante ingerência de algumas potências em toda a região: é a venda de armas, são as bases militares, são as agressões e ocupações, os boicotes e sanções, são as ameaças e provocações.
Os mentores e principais actores destas ingerências têm um denominador comum: são membros ou têm parcerias com a NATO.
A NATO é um bloco político-militar que teve papel preponderante na destruição da Jugoslávia, do Iraque, da Líbia e está, através da Turquia, a intervir na guerra da Síria. A NATO mantem relações com a administração sionista do Estado de Israel, o qual colabora com o Estado Islâmico e também participa em exercícios militares com membros da NATO.
O MPPM esteve presente no Acampamento pela Paz organizado pela Plataforma 40x25, em Évora, entre 24 e 26 de Julho.
Adel Sidarus participou no debate evocativo dos 70 anos da vitória sobre o nazi-fascismo historiando as circunstâncias que levaram à criação do Estado de Israel no rescaldo da Segunda Guerra Mundial e acentuando o seu carácter belicista e colonialista na opressão do povo palestino.
O tema da Palestina esteve também presente na Marcha da Juventude pela Paz que, na noite de 25, ligou o Rossio à Praça do Giraldo.
 
No dia 21 de Julho o MPPM, representado por Jorge Cadima e Vítor Pinto, esteve na Assembleia da República a convite do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina.
Estiveram também representados a CGTP, o CPPC, o CSP e o MDM.
Pelo GPA estiveram os deputados Bruno Dias (PCP), Catarina Marcelino (PS), Raúl Almeida (CDS), Mário Simões (PSD) e Helena Pinto (BE).
O objectivo da reunião era informar sobre a deslocação do GPA à Palestina e colher contribuições das organizações. Foi informado pelo Presidente do GPA, Bruno Dias, que a delegação, por decisão da Presidente da AR, se deslocava em visita oficial e integrava representantes de todos os partidos – os presentes e ainda José Luís Ferreira (PEV). Partida a 24 e regresso a 28 de Julho, com encontros agendados com Parlamento Palestino, GPA Palestina-Portugal, Primeiro-Ministro, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Presidente Mahmoud Abbas.
Em 8 de Julho de 2014 – faz hoje um ano – Israel deu início a uma bárbara agressão contra a população palestina da Faixa de Gaza, que designou por “Operação Margem Protectora”, e que iria prolongar-se por 51 dias. O balanço é devastador, mas a crueza dos números não relata os traumas psicológicos das crianças e adultos, as vidas destroçadas dos sobreviventes, as dificuldades de reconstrução num território onde tudo o que entra ou sai é sujeito ao férreo controlo de quem provocou a destruição.
 
A Parceria Portuguesa para a Água (PPA) promove uma sessão, no próximo dia 8 de Junho, sobre o tema «Gestão inovadora dos recursos hídricos – uma perspectiva israelita». É oradora a Professora Einat Magal e a sessão, que tem o patrocínio da Embaixada de Israel, tem lugar no auditório da ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos.
 
No dia 29 de Junho, as forças armadas de Israel interceptaram e aprisionaram, a 100 milhas náuticas da costa de Gaza, a traineira Manianne av Göteborg que liderava a Flotilha da Liberdade III e escoltaram-na para o porto militar isrelita de Ashdod.
A Marianne tinha passado por Lisboa entre 3 e 5 de Junho e dirigia-se a Gaza onde deveria ser oferecida a pescadores palestinos.
Além dos objectivos humanitários, a Flotilha da Liberdade III pretende chamar a atenção da comunidade internacional para a situação de catástrofe humanitária – reconhecida pela ONU – que se vive em Gaza, sujeita a um bloqueio por Israel e pelo Egipto que dura há 9 anos e que se agravou com a brutal agressão israelita do Verão passado em que foram mortos 2.251 palestinos e feridos mais de 11.000, além de ter sido destruído o que restava da base económica da região.

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