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A CGTP-IN, o CPPC e o MPPM promoveram a realização de uma “Sessão de Solidariedade com o Povo Palestino” na Casa do Alentejo em Lisboa, no dia 29 de Julho de 2014, para protestar contra a agressão de Israel contra o povo palestino de Gaza.
Além dos representantes das organizações promotoras, usou também da palavra o Embaixador da Palestina Dr. Hikmat Ajjuri.
No final, a assistência, que encheu a sala da casa do Alentejo, aprovou a seguinte declaração:
 
É tempo de dizer basta!
Os participantes na «Sessão de Solidariedade com o Povo Palestino» realizada na Casa do Alentejo em Lisboa, no dia 29 de Julho de 2014, momento em que se prolonga há mais de 20 dias, uma nova agressão militar de grande escala do governo de Israel contra o povo palestino, afirmam que é tempo de dizer basta!
O MPPM esteve presente no Acampamento pela Paz, promovido em Évora, entre 25 e 27 de Julho, pela Plataforma 40x25. A Plataforma "40x25" foi criada por várias organizações e associações que trabalham junto dos jovens em Portugal. O propósito da sua criação é fazer chegar a toda a juventude a importância que teve a Revolução de Abril, as suas conquistas, e alteração profunda que concretizou na nossa sociedade. 
O MPPM esteve representado no debate "Abril: Passado de resistência, futuro de luta!" por Adel Sidarus que falou sobre a resistência e luta do povo palestino pela paz e liberdade, que em Portugal foram conquistadas a 25 de Abril de 1974.
A CGTP-IN promoveu, no dia 25 de Julho, uma concentração nacional de activistas sindicais com desfile desde São Pedro de Alcântara, em Lisboa, até à Assembleia da República. 
O MPPM integrou a marcha considerando que a luta dos trabalhadores e pensionistas portugueses pelos seus direitos e a luta pelos valores essenciais da democracia e da solidariedade são convergentes com os do povo palestino pelos seus direitos nacionais.
Considerando a situação que se vive em Gaza, a CGTP-IN associou aos objectivos da marcha «a sua profunda e activa solidariedade com os trabalhadores, o movimento sindical e o povo de Gaza e de toda a Palestina» e decidiu «reafirmar, no dia 25, dia da concentração nacional de activistas sindicais, em Lisboa, a exigência do fim da agressão e da ocupação dos territórios Palestinianos por Israel.»
Ex.mo Senhor Primeiro Ministro,
Contam-se por muitas centenas as vítimas mortais, são milhares de feridos e dezenas de milhar de desalojados o resultado da criminosa agressão do governo israelita ao povo palestino da Faixa de Gaza, desde o dia 7 de Julho. De dia para dia, cresce a escalada de horror e os governos, a comunidade internacional, surda aos protestos que se levantam um pouco por todo o mundo, indiferente à dor e ao sofrimento de um povo martirizado por décadas de ocupação e repressão, assiste em silêncio ao massacre, um exercício de pura e genocida brutalidade praticado sobre uma população indefesa, por um dos mais poderosos exércitos do mundo.
É preciso parar o terrorismo do governo de Israel.
O método não é novo: de cada vez que o governo de Israel se sente pressionado internacionalmente, ou o povo palestiniano se une para determinar o seu caminho, procura um pretexto para lançar uma onda de violência sobre a população palestiniana. Os pretextos são, com frequência, acções atribuídas ao Hamas, neste caso, o rapto e assassinato de três colonos, acusação rejeitada por esta organização.
A violência e a morte intensificaram-se nos últimos dias, em nome de um direito de "retaliação". Embora a imprensa repita, sem questionar, essa versão, sabemos que se trata, na verdade, de crimes de guerra perpetrados por uma potência ocupante.
Em nome do «direito à defesa», Israel iniciou ontem a operação militar Protective Edge contra a tão martirizada população da Faixa de Gaza que, recorde-se, é vítima de um bloqueio desumano, por Israel e pelo Egipto, que dura há sete anos.
 
Alegando defender-se dos ataques de rockets lançados a partir de Gaza, que terão causado um ferido ligeiro entre a sua população, Israel deu início a uma operação aérea em larga escala que, só no primeiro dia, terá causado a morte a mais de duas dezenas de palestinos, entre os quais várias crianças, além de muitos feridos e desalojados.
 
Esta operação vinha sendo antecipada com as ofensivas do exército de Israel contra a população da Palestina Ocupada, intensificada a partir de meados de Junho, que se traduziram em mais mortes, prisões e destruição.
 

O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – manifesta a sua profunda preocupação pela escalada de violência por parte das forças armadas e de civis israelitas contra a população da Palestina ocupada, alegadamente como resposta à morte de três jovens colonos israelitas ocorrida em circunstâncias por esclarecer, numa zona C da Margem Ocidental, sob controlo do exército de ocupação de Israel. Estas acções não são mais que o intensificar de um clima de violência omnipresente no quotidiano dos palestinos.

Neste ano da 2014, proclamado pelas Nações Unidas como Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, a Apordoc – Associação pelo Documentário - acolheu uma proposta do MPPM para assinalar o Dia Mundial do Refugiado com uma sessão do Rossio ("um cineclube informal, irregular e itinerante") dedicada aos refugiados palestinos: porque dois em cada cinco refugiados em todo o mundo são palestinos; porque os refugiados palestinos são os que se encontram há mais tempo nesta situação; porque 7 milhões de palestinos, constituindo três quartos da população, são refugiados ou deslocados.
Nakba 66 no Clube Estefânia
O MPPM assinalou o 66.º Dia da Nakba, em 15 de Maio, com uma sessão organizada em colaboração com o Clube Estefânia, na sede desta associação, em Lisboa. Foram oradores Hikmat Ajjuri, Embaixador da Palestina em Portugal; Carlos Carvalho, Vice-Presidente do MPPM; Jorge Cadima, Vice-Presidente da Assembleia Geral do MPPM; e Miquelina Almeida, Vice-Presidente do Clube Estefânia.

 

Neste dia 1.º de Maio o MPPM associou-se à celebração do Dia do Trabalhador promovida pela CGTP-IN na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa.
No Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, decretado pela ONU para 2014,estivemos presentes com um pavilhão em que exibimos material informativo sobre a situação deste povo, sua história, sua luta e sua cultura.
Quem nos visitou pôde informa-se ou trocar impressões sobre a questão palestina e a situação no Médio Oriente.
Na oportunidade, pôde também subscrever a Petição para a Proibição Total das Armas Nucleares lançada, a nível mundial, pelo Conselho Japonês contra as Bombas A & H, promovida em Portugal pela CGTP-IN e a que o MPPM deu o seu apoio.

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