Gaza

Um adolescente palestino de 15 anos foi morto por fogo israelita na noite de quarta para quinta-feira perto da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. Saif A-Din Abu Zaied foi atingido na cabeça por um atirador especial israelita e veio a morrer no hospital, informou um porta-voz do Ministério da Saúde de Gaza.

Seis outros manifestantes foram feridos pelas forças israelitas e levados para o hospital.

O adolescente morto participava com outras dezenas de jovens naquilo que é conhecido como uma «unidade nocturna de confusão». Desde Fevereiro passado, jovens palestinos reúnem-se perto da vedação e queimam pneus, lançam papagaios de papel incendiários, accionam sirenes e lançam bombas sonoras, como forma de pressão para que Israel pare com a violência contra os residentes da Faixa de Gaza.

Encaram os seus protestos como parte da Grande Marcha de Retorno, que começou no final de Março do ano passado e exige o fim do bloqueio por Israel à Faixa de Gaza, que dura há 12 anos, e o direito de...

Pela 49.ª semana consecutiva, nesta sexta-feira milhares de palestinos da Faixa de Gaza convergiram para a zona próxima da vedação com que Israel isola o território costeiro para participar na Grande Marcha do Retorno.

Os soldados israelitas feriram 83 palestinos, incluindo 23 menores, uma mulher, três paramédicos e um jornalista, informa o Centro Palestino para os Direitos Humanos (PCHR). Três dos feridos encontram-se em estado grave.

As forças sionistas, que posicionaram atiradores e jipes militares ao longo da vedação, continuaram a reprimir os manifestantes, abrindo fogo e atirando bombas de gás lacrimogéneo. Dezenas de manifestantes foram atingidos por balas e bombas de gás lacrimogéneo, quando não representavam qualquer ameaça para a vida dos soldados.

Estas novas violações surgem um dia depois de a Comissão de Inquérito Independente das Nações Unidas para investigar as violações cometidas no território palestino ocupado ter publicado as suas conclusões relativas ao período de 30 de...

As forças armadas israelitas dispararam intencionalmente sobre civis durante os protestos da Grande Marcha do Retorno na Faixa de Gaza no ano passado, e podem ter cometido crimes de guerra e crimes contra a humanidade ao matar 189 palestinos e ferir mais de 6100, revela uma investigação da ONU divulgada nesta quinta-feira.

Os manifestantes palestinos «não representavam uma ameaça iminente de morte ou de ferimentos graves para outros quando foram mortos, nem estavam a participar directamente nas hostilidades», diz o relatório da comisssão de inquérito independente criada pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, a quem o governo de Israel impediu o acesso à Faixa de Gaza.

O relatório cobre o período entre 30 de Março de 2018, data do início dos protestos, e 31 de Dezembro, baseando-se em 325 entrevistas e reuniões com vítimas, testemunhas, funcionários do governo e membros da sociedade civil de todos os lados e mais de 8000 documentos, incluindo registos médicos, vídeos, filmagens de...

Um rapaz palestino de 15 anos foi morto esta sexta-feira com uma bala no peito pelas forças israelitas que reprimiram a Grande Marcha do Retorno, junto à vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. O jovem chamava-se Youssef Said Hussein al-Dayeh.

Nesta 48.ª sexta-feira consecutiva dos protestos, foram além disso feridos por balas reais ou revestidas de borracha pelo menos 41 palestinos, três deles com gravidade.

Fontes informativas de Gaza relataram que os soldados do exército sionista dispararam contra os manifestantes uma barragem de balas reais e de bombas de gás de alta velocidade, em diferentes lugares do pequeno território costeiro, designadamente na cidade de Gaza, Jabalia, campo de refugiados de al-Boreij, Khan Younis e Rafah.

A Grande Marcha do Retorno exige o direito dos refugiados palestinos e seus descendentes regressarem às terras, na Palestina histórica, das quais foram expulsos em 1948, na campanha de limpeza étnica realizada pelas forças sionistas aquando da criação de...

As forças israelitas feriram pelo menos 20 palestinos que esta sexta-feira participavam na 47.ª semana consecutiva da Grande Marcha do Retorno, junto da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza.

O Ministério da Saúde de Gaza confirmou que os soldados atingiram 20 palestinos com balas reais e acrescentou que um dos feridos é um adolescente de 15 anos que ficou em estado grave após ser atingido com uma bala no peito.

Ficaram igualmente feridos uma mulher de 29 anos, com um estilhaço na cabeça, e um fotojornalista, identificado como Mohammad Za'noun.

Segundo fontes informativas de Gaza, mais de onze mil palestinos participaram esta sexta-feira nas manifestações desarmadas da Grande Marcha do Retorno, que teve início em 30 de Março de 2018 ao longo da vedação que Israel instalou para isolar a Faixa de Gaza.

O seu objectivo principal é exigir o fim do cerco ao pequeno território costeiro palestino, que dura desde 2007, e o direito de retorno dos refugiados palestinos e seus descendentes às...

Atiradores de elite do exército israelita mataram dois adolescentes palestinos, um de 14 anos e outro de 18,  na 46.ª semana da Grande Marcha do Retorno na Faixa de Gaza cercada.

O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza informou que Hassan Iyad Shalaby, de 14 anos, e Hamza Mohammad Ishtiwi, de 18 anos, foram atingidos por balas do exército sionista. Hassan Shalaby foi atingido com uma bala no peito, enquanto Hamza Ishtiwi foi atingido no pescoço, morrendo antes de chegar ao hospital.

Outros 17 manifestantes foram feridos pelos atiradores israelitas, incluindo um que foi atingido na cabeça e ficou gravemente ferido.

Além disso, dezenas de manifestantes sofreram problemas respiratórios devido ao uso intensivo de gás lacrimogéneo pelas forças de ocupação.

Milhares de palestinos reuniram-se junto à vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza para participar da 46.ª sexta-feira das manifestações da Grande Marcha de Retorno, exigindo o fim do cerco ao pequeno território costeiro, que dura há 12...

Um adolescente palestino de 16 anos foi morto por fogo israelita durante protestos na Cisjordânia ocupada esta sexta-feira, informou o Ministério da Saúde palestino. Soldados isreaelitas estacionados numa torre de observação militar dispararam fogo real, matando o jovem Ayman Hamed com um tiro no peito e ferindo um outro jovem, durante um protesto perto da aldeia de Silwad, a norte de Ramala.

Por outro lado, o Ministério da Saúde de Gaza informou que um palestino de 25 anos, Ehab Attallah Hussein Abed, foi morto com um tiro no peito por um atirador de elite das forças israelitas, registando-se 22 feridos, incluindo um paramédico e um jornalista. Milhares de pessoas participaram hoje, perto da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza, na 44.ª sexta-feira consecutiva das manifestações da Grande Marcha do Retorno.

Os manifestantes da Grande Marcha do Retorno exigem o direito dos refugiados palestinos a regressarem às terras, na Palestina histórica, das quais foram expulsos em 1948, na...

O Ministério da Saúde na Faixa de Gaza alertou hoje para um desastre humanitário e sanitário sem precedentes neste território palestino depois de sete hospitais, incluindo dois hospitais pediátricos, terem sido forçados a suspender serviços por causa da falta de electricidade.

Mohammed Salmiya, que é chefe do Hospital Infantil al-Rantisi, declarou numa conferência de imprensa: «Pela primeira vez desde que Israel impôs o bloqueio à Faixa de Gaza, já não conseguimos fazer esforços suplementares para fazer funcionar os geradores eléctricos durante mais horas. … Temos no hospital de Al-Rantisi um departamento de diálise de 24 horas e um departamento para doentes com cancro. O tempo agora está frio e há ventos fortes. Não podemos manter o aquecimento ou outros serviços relacionados quando a corrente eléctrica pára. Estamos em risco de perder muitas vidas. Estamos a enfrentar uma grande crise.»

Ashraf al-Qedra, porta-voz do Ministério da Saúde, afirmou por sua vez: «Estamos a falar de centenas...

Milhares de palestinos participaram hoje na 43.ª sexta-feira consecutiva das manifestações da Grande Marcha do Retorno,  junto à vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. Pelo menos 30 manifestantes foram feridos por tiros do exército israelita, informa o Ministério da Saúde de Gaza.

O ministério acrescenta que dois jornalistas e três paramédicos também ficaram feridos ao serem atingidos por bombas de gás lacrimogéneo.

Desde o início da Grande Marcha do Retorno, em 30 de Março de 2018, o exército sionista já matou 258 palestinos e feriu 26 000, dos quais 500 se encontram em estado crítico, segundo dados do Palestinian Information Center.

Os manifestantes da Grande Marcha do Retorno exigem o direito dos refugiados palestinos de regressarem às terras, na Palestina histórica, das quais qual foram expulsos em 1948 na grande campanha de limpeza étnica levada a cabo pelas forças sionistas por ocasião da criação de Israel.

Exigem também o fim do bloqueio por Israel (com a colaboração do...

Soldados israelitas mataram hoje uma mulher palestina — a primeira vítima do ano — durante protestos perto da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. Pelo menos outras 25 pessoas foram feridas, incluindo um jornalista e um paramédico, durante a 42.ª sexta-feira consecutiva da Grande Marcha do Retorno.

Amal al-Taramsi, de 43 anos, foi baleada na cabeça pelas forças israelitas, que usaram fogo real e balas de aço revestidas de borracha para reprimir os manifestantes.

Uma testemunha ocular citada pelo jornal britânico The Independent afirmou que Amal al-Taramsi se encontrava a cerca de 150 metros da vedação quando foi baleada: «Ela recebeu uma bandeira de um jovem, e antes de se mexer soaram três tiros... Ela caiu.»

Cerca de 12 000 pessoas participaram no protesto desta sexta-feira, que decorreu sob o lema «A nossa firmeza quebrará o cerco».

Também hoje, tanques israelitas estacionados perto da vedação que encerra a Faixa de Gaza bombardearam dois postos da resistência palestina. Não há...