Gaza

O exército israelita matou três jovens palestinos esta terça-feira à noite, alegando que eles atravessaram a «barreira de segurança» que cerca a Faixa de Gaza e penetraram 400 metros em Israel.

O exército de ocupação afirma  que abriu fogo de artilharia contra os jovens após estes  lançarem contra os soldados um dispositivo explosivo ou uma granada de mão.

Contrariamente ao relato das forças de ocupação, grupos activos em Gaza, citados pela agência palestina Ma'an, afirmaram que o que aconteceu foi «uma execução de três menores, em que o exército de ocupação ordenou que os três menores se despissem e depois foram executados a sangue frio por metralhadoras pesadas instaladas num tanque».

O exército israelita mata sistematicamente palestinos em Gaza, acusando-os de tentarem entrar no território de Israel ou de realizarem ataques às suas forças.

Cerca de 310 palestinos foram mortos pelas forças israelitas desde que começaram em Gaza os protestos da Grande Marcha do Retorno, em 30 de Março de...

Num relatório divulgado em 2012, a  ONU previa que a Faixa de Gaza se tornaria inabitável em 2020.  Mas os peritos dizem que essa ruptura já ocorreu há muito. Os seus quase dois milhões de habitantes sofrem de escassez crónica de alimentos, água e medicamentos e acesso a cuidados médicos. Estão sujeitos a racionamento de energia, a uma desertificação crescente, a poluição grave da água e do ar e recorrentes ataques israelitas.

Um artigo de Megan O’Toole publicado no Middle East Eye em 9 de Dezembro passado traça um retrato da situação dramática em Gaza no final de 2019. A taxa de desemprego aproxima-se dos 50%. Mais de dois terços dos agregados familiares têm insegurança alimentar e só 3% da água do aquífero é própria para consumo. O sistema de saúde está em colapso com uma redução para quase metade do número de médicos e enfermeiros por habitante e escassez de medicamentos. O fornecimento de energia eléctrica não satisfaz um terço das necessidades. A economia está em queda livre: o PIB...

Durante 2019 as forças de ocupação israelitas mataram 149 palestinos, incluindo 33 menores, nos territórios palestinos ocupados, informa a  organização Encontro Nacional das Famílias dos Mártires Palestinos.

À Faixa de Gaza correspondem 112 palestinos vitimados pelas forças repressivas, enquanto 37 foram mortos na Cisjordânia ocupada.

Segundo declarações de Mohamed Sobehat, secretário-geral da organização, citado pela Quds Press, o número anual de mortos palestinos durante os últimos cinco anos foi em média de 161.

Os 33 menores mortos em 2019 pelas forças de ocupação representam um aumento de 23% relativamente ao ano anterior.

Dos 112 palestinos mortos em Gaza, 69 pereceram sob ataques aéreos israelitas. O caso mais trágico foi talvez o assassínio de oito pessoas da família Abu Malhous — incluindo quatro crianças e duas mulheres —, cuja casa foi atacada e completamente destruída por um míssil disparado por um avião F16 durante a agressão israelita de Novembro.  

Em 2019 as forças de...

Dezenas de palestinos foram feridos esta sexta-feira pelas forças israelitas na Faixa de Gaza quando participavam na 86.ª manifestação da Grande Marcha do Retorno, perto da vedação com que Israel isola o território palestino.

Vários dos participantes nas manifestações, que se realizaram apesar do vento e da chuva forte, foram feridos por balas reais e revestidas de borracha, enquanto dezenas de outros sofreram de asfixia por efeito do gás lacrimogéneo disparado pelas forças de ocupação.

As manifestações da Grande Marcha do Retorno têm-se realizado todas as semanas desde 30 de Março de 2018, exigindo o fim do bloqueio à Faixa de Gaza, que dura há mais de 12 anos, e o direito dos refugiados palestinos a regressarem aos lugares, na Palestina histórica, de onde foram expulsos durante a campanha de limpeza étnica levada a cabo pelos sionistas por ocasião da criação de Israel, em 1948. 

Pelo menos 348 palestinos foram mortos em Gaza por fogo israelita desde o início das marchas, a maioria deles...

Dezenas de palestinos foram feridos esta sexta-feira pelas forças israelitas, que abriram fogo contra os manifestantes que participavam na Grande Marcha de Retorno, na Faixa de Gaza.

O Ministério da Saúde de Gaza informou que 37 palestinos, incluindo 10 crianças e um socorrista, foram feridos por balas reais e cartuchos de gás lacrimogéneo disparados pelos soldados israelitas.

Milhares de palestinos manifestaram-se ao longo da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza, na 83.ª sexta-feira dos protestos da Grande Marcha do Retorno, após uma paragem de três semanas.

Os organizadores do protesto tinham anunciado a suspensão das manifestações em meados de Novembro, após uma escalada dos ataques de Israel contra a Gaza, para evitar mais vítimas palestinas.

No mês passado, Israel assassinou em Gaza um comandante do grupo Jihad Islâmica Palestina. Durante os dois dias de combates que se seguiram, Israel realizou vários ataques aéreos que mataram 34 palestinos, incluindo nove membros da mesma...

A Assembleia da República aprovou nesta sexta-feira, 22 de Novembro, um Voto de «condenação da nova agressão israelita a Gaza e da declaração da Administração Trump sobre os colonatos israelitas».

O MPPM saúda e congratula-se com o facto de o parlamento português, com a nova composição resultante das eleições de 6 de Outubro, reafirmar a solidariedade com o povo palestino e verberar as agressões de que é vítima.

Apresentado pelo grupo parlamentar do PCP, o texto mereceu o voto favorável de PS, BE, PCP, PAN e PEV; votaram contra PSD, CDS-PP, Chega e Iniciativa Liberal; abstiveram-se o Livre e 1 deputado do PS.

O texto do voto aponta a recente agressão israelita contra a Faixa de Gaza, de que resultaram 34 mortos, o desumano bloqueio que a população deste território sofre há 12 anos, assim como a repressão a que diariamente é sujeito todo o povo palestino, de que é exemplo a prisão de dirigentes políticos palestinos, nomeadamente da deputada Khalida Jarrar, de novo sujeita a prisão...

O Movimento da Jihad Islâmica Palestina declarou um cessar-fogo após dois dias de hostilidades, iniciadas na madrugada de terça-feira quando Israel assassinou um comandante deste movimento de resistência, bem como a sua esposa, num ataque contra a sua casa, em Gaza.

Na madrugada de 12 de Novembro, a Força Aérea de Israel atacou e matou Baha Abu al-Ata, um comandante da ala armada da Jihad Islâmica Palestina, e sua esposa, enquanto dormiam em sua casa.

Um ataque semelhante atingiu também na terça-feira a casa de outro comandante da Jihad Islâmica em Damasco, na Síria.

Segundo o Ministério da Saúde palestino (MS) em Gaza, 34 pessoas foram mortas pelos ataques israelitas contra o enclave costeiro palestino, incluindo 23 homens, oito crianças e três mulheres. O Ministério da Saúde informou também que 111 palestinos ficaram feridos, incluindo pelo menos 41 crianças e 13 mulheres.

Talvez o caso mais trágico seja o assassínio, ao amanhecer de quinta-feira, de toda a família Abu Malhous, em Deir...

As forças israelitas feriram 104 manifestantes palestinos que participavam esta sexta-feira nos protestos da 82.ª semana da Grande Marcha do Retorno na Faixa de Gaza.

Mais uma vez, as forças repressivas israelitas usaram uma violência desproporcionada e criminosa contra os manifestantes desarmados: 41 palestinos foram feridos por balas reais — incluindo dois menores que se encontram em estado crítico —, enquanto outros foram feridos por balas de borracha e bombas de gás lacrimogéneo.

Milhares de pessoas participaram no protesto, juntando-se nos cinco acampamentos ao longo da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. O protesto de hoje desenrolou-se sob o lema «Vamos continuar».

Desde o início da Grande Marcha do Retorno, em 30 de Março de 2018, o Centro Palestino dos Direitos Humanos (PCHR) documentou 214 mortes de civis provocadas pelas forças armadas do Estado sionista, incluindo 46 menores, 2 mulheres, 9 pessoas com deficiência, 4 paramédicos e 2 jornalistas. Além disso, a...

Forças israelitas feriram hoje 73 palestinos durante os protestos junto à vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. Os soldados israelitas usaram balas reais e balas de borracha, bem como bombas de gás lacrimogéneo, contra os milhares de palestinos desarmados que participavam na 79.ª sexta-feira da Grande Marcha do Retorno.

Segundo informou o Ministério da Saúde palestino em Gaza, 31 pessoas foram feridas por balas reais e 42 com balas de aço revestidas de borracha. Outras dezenas foram tiveram de receber tratamento devido à inalação de gás lacrimogéneo.

Mais de 310 palestinos foram mortos e cerca de 17 000 foram feridos pelas forças israelitas desde o início da Grande Marcha do Retorno, que se realiza semanalmente, sem interrupções, desde 30 de Março de 2018.

Os manifestantes reclamam o levantamento por Israel do cerco imposto ao pequeno território costeiro palestino, onde dois milhões de pessoas vivem em condições humanitárias dramáticas. Exigem também o direito dos refugiados...

Um palestino foi morto esta sexta-feira por fogo israelita durante a 77.ª semana dos protestos da Grande Marcha do Retorno, na Faixa de Gaza.

Segundo informou o Ministério da Saúde do território, trata-se de Alaa Nezar Hamdan, de 28 anos, atingido por uma bala real disparada pelos soldados do exército sionista.

O Ministério acrescentou que 54 manifestantes palestinos foram feridos, 22 deles por balas reais. As forças repressivas dispararam também balas de aço revestidas de borracha e bombas de gás lacrimogéneo contra os milhares de manifestantes concentrados em diferentes lugares ao longo da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza.

Mais de 310 palestinos foram mortos e cerca de 17 000 foram feridos pelas forças israelitas desde o início da Grande Marcha do Retorno, que se realiza semanalmente, sem interrupções, desde 30 de Março de 2018.

Os manifestantes reclamam o levantamento do cerco de Israel ao pequeno enclave costeiro, onde vivem dois milhões de pessoas em condições humanitárias...