O MPPM participou, em Lisboa, no desfile do 1.º de Maio organizado pela CGTP-IN/USL e esteve presente na Alameda D. Afonso Henriques com um stand de informação sobre a Questão Palestina. Pela Liberdade e pela DignidadePela Paz e pela JustiçaPela Independência e pela Soberania
Celebramos neste 25 de Abril de 2016 o 42º aniversário da Revolução dos Cravos e o 40º da entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa (CRP) que integrava – e integra ainda, não obstante as sucessivas tentativas de a descaracterizar – o essencial dos Valores de Abril: liberdade, dignidade e esperança para todos os povos. Em Abril de 1974 o povo português reconquistou os seus direitos, mas, na mesma data, Portugal assumiu compromissos de honra perante os outros povos. Olhando para o Povo Palestino, ele encontra-se ainda sob o jugo feroz da ocupação ilegal e impune de Israel. Para celebrar dignamente o 42º aniversário da Revolução de Abril e o 40º aniversário da entrada em vigor da CRP, o MPPM participa nas comemorações populares, integrando desfile na Avenida da Liberdade, em Lisboa, para lembrar que Abril não se cumprirá na sua íntegra e o Povo Português não será completamente livre enquanto outros povos – designadamente o povo palestino – não adquirirem, também, a sua...
Celebramos neste 25 de Abril de 2016 o 42.º aniversário da Revolução dos Cravos e o 40.º da entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa (CRP) que integrava – e integra ainda, não obstante as sucessivas tentativas de a descaracterizar – o essencial dos Valores de Abril: liberdade, dignidade e esperança para todos os povos. Depois de quase meio século de ditadura fascista, obscurantista e colonialista, o povo português readquirira os seus direitos fundamentais e devolvera aos povos colonizados a sua independência, recolocando o país no concerto pacífico, igualitário e solidário das nações.Em Abril de 1974 o povo português reconquistou os seus direitos, mas, na mesma data, Portugal assumiu compromissos de honra perante os outros povos. É, por isso, oportuno recordar, nesta data, os princípios ainda inscritos na nossa Constituição quanto às relações internacionais: — independência nacional— respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados—...
No dia 30 de Março o MPPM organizou, em Lisboa, com o apoio da Associação 25 de Abril, um Sessão Pública de Solidariedade com a Palestina. O evento teve lugar no Auditório da A25A.O Coronel Vasco Lourenço, Presidente da A25A, deu as boas-vindas aos particpantes. Registaram-se intervenções de Hikmat Ajjuri, Embaixador da Palestina; Maria do Céu Guerra, Presidente do MPPM; Carlos Almeida, Vice-Presidente do MPPM.No dia 31 de Março, numa organização conjunta do MPPM e do ISMAI – Instituto Superior da Maia / Curso de Ciências da Comunicação, houve um Debate sobre a situação na Palestina com moderação de Luís Humberto Marcos, Director do Museu de Imprensa; José António Gomes, Escritor; José Oliveira, da Direcção Nacional do MPPM. O debate teve lugar no Auditório do ISMAI em Castêlo da Maia.
1. Em Março de 1976, as autoridades israelitas anunciaram a expropriação de grandes extensões de terras de palestinos na Galileia para a construção de um campo de treino militar e novos colonatos judaicos, no âmbito de um plano de judaização da região. No dia 30 desse mês, uma greve geral e grandes manifestações de protesto sacudiram as localidades palestinas no território do Estado de Israel (segundo as linhas do armistício de 1949). Na repressão sangrenta que se seguiu, seis palestinos foram mortos pelas autoridades de Israel e centenas foram feridos ou presos. Desde então, o dia 30 de Março ficou conhecido como o Dia da Terra, uma data que simboliza a luta do povo palestino pelo direito aos seus lares, às suas terras de cultivo, à sua Pátria.
2. A ocupação de terras palestinas, com a expulsão dos seus habitantes, não começou, nem terminou em 1976. A limpeza étnica tem sido, desde o início, um aspecto central da criação do Estado sionista. E, não por acaso, desde a assinatura dos...
O MPPM, que dinamizou o Apelo «Salvemos a vida do poeta palestino Ashraf Fayadh condenado à morte na Arábia Saudita!», regozija-se com a notícia de que a sentença de morte foi revogada. Salvar no imediato a vida de Ashraf Fayadh constitui uma assinalável vitória do movimento de solidariedade que se desencadeou no mundo inteiro, incluindo em Portugal. Não iremos baixar os braços. O movimento de solidariedade provou a sua eficácia. Está agora mais forte e, portanto, em melhores condições para travar a execução da pena brutal agora aplicada - oito anos de prisão e 16 sessões de 50 vergastadas, perfazendo um total de 800 - e prosseguir a luta até ao objectivo final, a libertação de Ashraf Fayadh. Prosseguiremos a nossa acção pela liberdade na Arábia Saudita, um país onde são negados os direitos das mulheres, proibidos os partidos políticos e reprimido o direito de expressão e de associação, um país que constitui um factor de tensão e instabilidade em todo o Médio Oriente. Não iremos...
Almada pela Paz e com a PalestinaNo ano em que se assinala o 70º aniversário do fim da Segunda Grande Guerra, o Município de Almada patrocinou um conjunto de iniciativas sob o lema «Almada pela Paz». Neste âmbito, e inseridos também nas Jornadas de Solidariedade com a Palestina promovidas pelo MPPM, a cidade de Almada acolheu, na Sala Pablo Neruda do Fórum Municipal Romeu Correia uma exposição e dois colóquios em que a Palestina foi tema.Gaza 2014 – Testemunho de uma AgressãoEntre 8 de Julho e 26 de Agosto de 2014, Israel bombardeou incessantemente a Faixa de Gaza e a sua população. A bárbara realidade desse mês e meio de bombardeamentos é a que é transmitida por esta exposição, produzida pela Câmara Municipal de Almada, com fotografias cedidas pela Missão Diplomática da Palestina e com organização e textos da responsabilidade do MPPM.A exposição foi inaugurada no dia 3 de Novembro, com a presença do Embaixador da Palestina, Dr. Hikmat Ajjuri, e do Vice-Presidente da Câmara Municipal...
O MPPM organiza, anualmente, em torno da data de 29 de Novembro, um conjunto de iniciativas que designa por Jornadas de Solidariedade com a Palestina. O dia 29 de Novembro foi proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas como o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino. Em 1947, nesse dia, foi aprovada a Resolução 181 que determinou a partilha do território histórico da Palestina em dois Estados: o de Israel e o da Palestina.O Estado de Israel autoproclamou-se em 1948, intensificou uma campanha, iniciada anos antes, de violência extrema sobre a população palestina. Os palestinos há 68 anos que esperam o reconhecimento do seu Estado pela ONU.Durante este período de tempo, o Povo Palestino tem sido vítima da política expansionista e racista de Israel: é o roubo de terras e de água; é a destruição de habitações, pomares e infra-estruturas; é a construção de colonatos; são as sucessivas agressões pelo exército e colonos, responsáveis por milhares de mortes; são as...
O MPPM organizou o já tradicional jantar com ementa palestina, integrado nas Jornadas de Solidariedade com a Palestina 2015.Cerca de uma centena de pessoas experimentou os sabores da gastronomia palestina no dia 21 de Novembro, em Alfama, no espaço do Grupo Sportivo Adicense, que mais uma vez se associou ao MPPM nesta iniciativa.Ashraf Amin preparou uma ementa que incluía hummus (grão de bico, alho, limão, molho de sésamo, especiarias), babaghanoj (beringelas, molho de sésamo, alho, especiarias) e salada palestina (tomate, pepino, pimento verde, salsa, cebola) como entradas, frango à palestina (frango, tomilho, misturas de especiarias palestinas) e uzi (arroz, legumes, especiarias) com prato principal e esh elsaraya (tostas e creme e pistachos) para a sobremesa.Carlos Almeida, em nome do MPPM, fez uma breve intervenção em que assinalou que a gastronomia ajuda-nos a conhecer os povos e, afinal, revela as afinidades entre dois povos que habitam extremos opostos do Mediterrâneo. O...
O MPPM esteve presente no Acampamento pela Paz organizado pela Plataforma 40x25, em Évora, entre 24 e 26 de Julho.Adel Sidarus participou no debate evocativo dos 70 anos da vitória sobre o nazi-fascismo historiando as circunstâncias que levaram à criação do Estado de Israel no rescaldo da Segunda Guerra Mundial e acentuando o seu carácter belicista e colonialista na opressão do povo palestino.O tema da Palestina esteve também presente na Marcha da Juventude pela Paz que, na noite de 25, ligou o Rossio à Praça do Giraldo.