Solidariedade em Portugal

É preciso parar o terrorismo do governo de Israel.
O método não é novo: de cada vez que o governo de Israel se sente pressionado internacionalmente, ou o povo palestiniano se une para determinar o seu caminho, procura um pretexto para lançar uma onda de violência sobre a população palestiniana. Os pretextos são, com frequência, acções atribuídas ao Hamas, neste caso, o rapto e assassinato de três colonos, acusação rejeitada por esta organização.
A violência e a morte intensificaram-se nos últimos dias, em nome de um direito de "retaliação". Embora a imprensa repita, sem questionar, essa versão, sabemos que se trata, na verdade, de crimes de guerra perpetrados por uma potência ocupante.
Nakba 66 no Clube Estefânia
O MPPM assinalou o 66.º Dia da Nakba, em 15 de Maio, com uma sessão organizada em colaboração com o Clube Estefânia, na sede desta associação, em Lisboa. Foram oradores Hikmat Ajjuri, Embaixador da Palestina em Portugal; Carlos Carvalho, Vice-Presidente do MPPM; Jorge Cadima, Vice-Presidente da Assembleia Geral do MPPM; e Miquelina Almeida, Vice-Presidente do Clube Estefânia.

 

Neste dia 1.º de Maio o MPPM associou-se à celebração do Dia do Trabalhador promovida pela CGTP-IN na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa.
No Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, decretado pela ONU para 2014,estivemos presentes com um pavilhão em que exibimos material informativo sobre a situação deste povo, sua história, sua luta e sua cultura.
Quem nos visitou pôde informa-se ou trocar impressões sobre a questão palestina e a situação no Médio Oriente.
Na oportunidade, pôde também subscrever a Petição para a Proibição Total das Armas Nucleares lançada, a nível mundial, pelo Conselho Japonês contra as Bombas A & H, promovida em Portugal pela CGTP-IN e a que o MPPM deu o seu apoio.
Em 2009, a EPAL celebrou um acordo de cooperação com a companhia das águas israelita Mekorot, com o objectivo de ambas «trocarem informação e conhecimento técnico» sobre questões como a da segurança e qualidade da água.
Tomando disso conhecimento através do site da Mekorot, um conjunto de organizações escreveu na altura à EPAL, lembrando-lhe que a ocupação da Palestina configura uma violação do direito internacional e informando-a que a Mekorot tem tido um papel fundamental na definição das políticas de usurpação e utilização das águas palestinianas e tem sido a principal executora de tais políticas. Pedíamos que, em consequência, a EPAL cancelasse o acordo.
A direcção da EPAL apenas nos respondeu que «Portugal mantém relações diplomáticas com o Estado de Israel e com a Palestina, o que, à partida, enquadra as relações de contactos e trocas de experiência entre empresas congéneres».
Por uma Palestina unida, livre, independente e soberana
No dia 29 de Novembro de 1947, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução nº 181, estabelecendo a partilha do território da Palestina entre dois estados, um estado judaico e um estado árabe. Nessa mesma resolução era reconhecido, à cidade de Jerusalém, um estatuto internacional especial sob administração das Nações Unidas. A mesma Assembleia Geral das Nações Unidas, no passado mês de Novembro de 2013, durante a sua 68ª sessão, reconhecendo as especiais responsabilidades da ONU na questão palestina, deliberou proclamar 2014, como Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino.
Resistência - Liberdade - Soberania
O MPPM organizou um conjunto de eventos, integrados nas Jornadas de Solidariedade com a Palestina - 2013, em torno da data de 29 de Novembro proclamada pela Assembleia Geral da ONU como o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina, evocando a data em que, em 1947, a Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou a resolução 181 (II) que preconizava a partilha da Palestina em dois Estados - um judaico e um árabe - com um estatuto especial para Jerusalém, mas que jamais foi cumprida no que respeita à criação do Estado Palestino. 
As Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2013 adoptaram como lema: “Resistência – Liberdade – Soberania”.
Abertura

O MPPM organiza um conjunto de eventos, integrados nas Jornadas de Solidariedade com a Palestina - 2013, em torno da data de 29 de Novembro proclamada pela Assembleia Geral da ONU como o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina, evocando a data em que, em 1947, a Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou a resolução 181 (II) que preconizava a partilha da Palestina em dois Estados - um judaico e um árabe - com um estatuto especial para Jerusalém, mas que jamais foi cumprida no que respeita à criação do Estado Palestino. As Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2013 adoptaram como lema: “Resistência – Liberdade – Soberania”.
O programa das Jornadas 2013 é o seguinte:

As organizações subscritoras convocaram um Acto público para sexta-feira, 7 de Junho, às 18h, frente à Embaixada da Turquia, em Lisboa (Avenida das Descobertas, 22) para reclamar o fim da repressão na Turquia e manifestar a sua solidariedade com o povo turco.
Expressamos o mais profundo repúdio pela violenta repressão de que têm sido alvo as manifestações populares que têm ocorrido por toda a Turquia nos últimos dias.
Inspiradas pela resistência daqueles que protestavam contra a destruição do jardim da Praça Taksim, em Istambul, e espoletadas pela brutal repressão policial que sobre aqueles se abateu, estas manifestações são expressão do amplo e generalizado descontentamento entre os trabalhadores e a população turca, com as políticas do Governo turco, que face às manifestações populares responde com a repressão e ataques contra as forças democráticas e progressistas turcas.
Sessão Nakba 65 anos
No dia 15 de Maio assinalou-se o 65.º aniversário da «Nakba», que em árabe quer dizer Catástrofe, e que marca o princípio da tragédia que se abateu sobre o Povo Palestino, perseguido, massacrado e expulso da sua terra pelos novos ocupantes judeus.
A independência do Estado de Israel, proclamada unilateralmente em 14 de Maio de 1948, significou para os palestinos o início da devastação da sua sociedade, a eclosão de um drama individual e colectivo que perdura até aos nossos dias. Repartido o seu território pelo novel Estado judaico (na parte consagrada pela Resolução 181 das Nações Unidas, de 29 de Novembro de 1947), pelo reino da Jordânia (a Cisjordânia) e pelo Egipto (a Faixa de Gaza), os palestinos tornaram-se exilados na sua própria pátria, com a maioria das terras confiscadas e os direitos cívicos reduzidos ou eliminados.
O MPPM associou-se às comemorações do 1.º de Maio promovidas pela CGTP-IN, em Lisboa, estando presente com uma banca na Alameda D. Afonso Henriques.
Consciente do papel fundamental da solidariedade internacional no sucesso da luta dos povos pela conquista e manutenção dos seus direitos fundamentais, o MPPM aproxima a luta dos trabalhadores e do restante povo palestino à luta dos trabalhadores portugueses.
 

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