Ocupação, Colonização e Apartheid Israelitas

Promovido pelo MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, realizou-se no passado dia 14 de Fevereiro, no Hotel Holiday Inn, em Lisboa, um «Seminário Internacional sobre a Catástrofe Humanitária em Gaza e os Perigos da Actual Situação na Região».Depois da brutal agressão de Israel a Gaza, em que semeou a morte e a destruição, as pessoas amantes da paz e da solidariedade entre os povos questionam-se sobre as formas possíveis de prestar apoio aos palestinos, sobre a viabilidade de assegurar a sua sobrevivência enquanto povo e sobre meios para garantir o seu direito a um futuro independente e em paz. Este Seminário procurou dar resposta a estas questões contando com o seguinte painel de oradores:- Michael Kingsley – Director Executivo da UNRWA (Agência das Nações Unidas para Apoio aos Refugiados Palestinos no Médio Oriente), baseado em Gaza.- Pierre Galland – Antigo Senador socialista belga, Presidente do Fórum Norte-Sul, da Associação Belga para a...

Face aos dramáticos desenvolvimentos da situação na Faixa de Gaza, um conjunto de organizações portuguesas realizou hoje, dia 30, às 11h30, na sede do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), em Lisboa, uma conferência de imprensa.As organizações presentes condenaram unanimemente o massacre em curso na Faixa de Gaza contra o povo palestiniano executadas pelo governo israelita, que já provocou centenas de mortos e mais de 1500 feridos fundamentalmente entre a população civil, e exigem do governo português uma firme posição nas diferentes instituições internacionais para que este massacre seja travado.Desta forma, as organizações presentes, certas de expressarem os anseios de paz de parte significativa do povo português, juntam-se aos milhares que, em todo o mundo, em centenas de iniciativas, demonstraram o seu repúdio pelos ataques israelitas e exigem o fim imediato das agressões e o início de levantamento do bloqueio a Gaza como condições imediatas para uma solução justa que...

Fim imediato da agressão, dos bombardeamentos e massacres cometidos por Israel na Faixa de Gaza!Retirada desde já das forças israelitas!Restabelecimento de um cessar-fogo!Solidariedade e independência para o povo palestino! 1 — No passado sábado, 27 de Dezembro, o Estado e as Forças Armadas de Israel, fieis à sua origem e natureza, desencadearam — na continuidade da «Nakba», a catástrofe de 1948 — uma guerra total contra o Povo palestino em Gaza com bombardeamentos do tipo de Guernica, a qual se está a traduzir numa catástrofe humanitária sem precedentes. Segundo os dados conhecidos até ao momento, em três dias perderam a vida mais de 325 palestinos e foram feridos mais de 1200 — enquanto do lado israelita havia um morto e um ferido. Tal é a dura lei de talião do colonialismo de Israel. Toda a história de Israel é marcada por massacres do Povo palestino (de Deir Yassin em 1948, a Sabra e Chatila em 1982, e sucessivamente). Mas o que agora, nestes dias, se passa é diferente na dimensão...

No quarto dia de uma agressão israelita inultrapassada contra um milhão e meio de Palestinos na Faixa de Gaza, o MPPM fez um apelo instante ao fim imediato da agressão, dos bombardeamentos e massacres cometidos por Israel na Faixa de Gaza, à retirada desde já das forças israelitas, ao restabelecimento de um cessar-fogo e à solidariedade e independência para o povo palestino.O texto do Apelo, subscrito por José Saramago, Isabel Allegro Magalhães, Mário Ruivo e Silas Cerqueira, em nome do MPPM, é o seguinte:1 -No passado sábado, 27 de Dezembro, o Estado e as Forças Armadas de Israel, fiéis à sua origem e natureza, desencadearam - na continuidade da “Nakba”, a catástrofe de 1948 - uma guerra total contra o Povo palestino em Gaza com bombardeamentos do tipo de Guernica, a qual se está a traduzir numa catástrofe humanitária sem precedentes. Segundo os dados conhecidos até ao momento, em três dias perderam a vida mais de 325 palestinos e foram feridos mais de 1200 – enquanto do lado...

O MPPM, Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, com o apoio da Câmara Municipal da Marinha Grande, promoveu uma Sessão Pública de Informação e Esclarecimento sobre a Situação na Palestina, no dia 19 de Setembro, no Auditório do Museu do Vidro, na Marinha Grande.Desde que, em 1948, em violação da Resolução 181 da ONU que previa a partilha em dois Estados, Israel proclamou a independência em 78% do território, forçando ao êxodo centenas de milhar de palestinos, que este martirizado povo vem sofrendo a NAKBA – a catástrofe para os povos árabes. Em 1967, Israel ocupou o restante território: Jerusalém Oriental, Cisjordânia e Faixa de Gaza.O final do século XX e o início deste século não trouxeram solução para o problema palestino: os sucessivos “processos de paz” têm sido um fracasso; proliferaram os colonatos israelitas na Cisjordânia e foi construído o “muro da vergonha”; é recusado o direito de regresso dos refugiados; organiza-se o bloqueio a Gaza...

O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – , a Associação de Colectividades do Concelho do Porto, a Associação Portugal-Moçambique e a Índico – Associação Cívica Moçambicana, promovem, no dia 11 de Julho, pelas 21:30 horas, em Massarelos, no Porto, uma sessão pública de solidariedade evocativa dos 60 anos da Nakba palestina. A NAKBA, que em árabe quer dizer Catástrofe, e cujo 60.º aniversário se evoca, marca o princípio da tragédia que se abateu sobre o Povo Palestino, perseguido, massacrado e expulso da sua terra pelos novos ocupantes. A independência do Estado de Israel, proclamada unilateralmente em 14 de Maio de 1948, significou para os palestinos o início da devastação da sua sociedade, a eclosão de um drama individual e colectivo que perdura até aos nossos dias. Repartido o seu território pelo novel Estado judaico (na parte consagrada pela Resolução 181 das Nações Unidas, de 29 de Novembro de 1947), pelo reino da Jordânia (a Cisjordânia) e...

O MPPM promoveu, no dia 26 de Maio, pelas 21 horas, no Teatro Cinearte / “A Barraca”, uma sessão pública de solidariedade evocativa dos 60 anos da Nakba palestina.A sessão foi aberta por Isabel Allegro Magalhães, co-Presidente do MPPM, seguindo-se a leitura de poemas dos poetas palestinos Hanan Awwad e Mahmud Darwish por Maria do Céu Guerra e João D’Ávila.Seguiram-se intervenções de:- Randa Nabulsi (Delegada-Geral da Palestina em Portugal)- Miguel Portas (Eurodeputado, membro da Comissão de Ligação entre o Parlamento Europeu e o Conselho Legislativo da Palestina)- Alan Stoleroff (Investigador e Professor Universitário)- Bruno Dias (Deputado à Assembleia da República e membro da Comissão Executiva do MPPM)- Mohammad Barakeh (Deputado ao Knesset, Presidente da Hadash – Frente democrática pela Paz e Igualdade)- José Saramago (Prémio Nobel da Literatura, Presidente da Assembleia-Geral do MPPM)A sessão foi encerrada por Mário Ruivo, co-Presidente do MPPM.A NAKBA, que em árabe quer dizer...

O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – promove, na próxima 2ª Feira, 26 de Maio, pelas 21 horas, no Teatro Cinearte / “A Barraca”, uma sessão pública de solidariedade evocativa dos 60 anos da Nakba palestina. A sessão será aberta por Isabel Allegro Magalhães, co-Presidente do MPPM, seguindo-se a leitura de poemas dos poetas palestinos Hanan Awwad e Mahmud Darwish por Maria do Céu Guerra e João D’Ávila. Seguem-se intervenções de: — Randa Nabulsi (Delegada-Geral da Palestina em Portugal)— Miguel Portas (Eurodeputado, membro da Comissão de Ligação entre o Parlamento Europeu e o Conselho Legislativo da Palestina)— Alan Stoleroff (Investigador e Professor Universitário)— Bruno Dias (Deputado à Assembleia da República e membro da Comissão Executiva do MPPM)— Mohammad Barakeh (Deputado ao Knesset, Presidente da Hadash – Frente Democráticapela Paz e Igualdade)— José Saramago (Prémio Nobel da Literatura, Presidente da Assembleia-Geral do MPPM) A sessão...

O governo de Israel continua a desrespeitar as resoluções das Nações Unidas e a violar os direitos do homem, agindo de forma ostensiva contra a população civil da Palestina e prosseguindo, sob vários pretextos, a sua estratégia de criar o grande Israel pretendido pelos fundamentalistas. As recentes incursões militares, acompanhadas de bombardeamentos indiscriminados e do bloqueio a Gaza, com gravíssimas consequências para a população, recordam as tragédias da última guerra mundial, ainda gravadas na nossa memória. É claro que a capacidade de influenciar o Estado de Israel, no sentido de um comportamento compatível com o direito internacional, tem sido atenuada pela visível conivência da administração Bush e de Tony Blair, bem como pela constante hesitação e tolerância por parte da União Europeia. Esta situação só pode agravar o já longo conflito na região, prolongar o sofrimento das populações dos dois lados e dificultar ainda mais o relançar efectivo de negociações eficazes...

Correspondendo ao apelo das Nações Unidas, o MPPM assinalou a data de 29 de Novembro, Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, com uma Sessão Pública no Museu-Biblioteca República e Resistência, em Lisboa. Com início às 21 horas, a sessão foi presidida por Isabel Allegro Magalhães (MPPM) e incluiu uma Mesa Redonda com os jornalistas especializados nas questões do Médio Oriente Lumena Raposo, José Manuel Rosendo e José Goulão, a que se seguiram as intervenções de encerramento da Embaixadora da Autoridade Palestiniana, Randa Nabulsi, e de Frei Bento Domingues (MPPM).O Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino é celebrado pelas Nações Unidas, todos os anos, em 29 de Novembro, de acordo com mandatos da Assembleia Geral nas suas resoluções 32/40 B, de 2 de Dezembro de 1977, 34/65 D, de 12 de Dezembro de 1979, 61/23 de 1 de Dezembro de 2006 e outras.A data de 29 de Novembro foi escolhida devido ao seu significado e consequências supervenientes para o povo...