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Na quarta-feira, 9 de Outubro, em Viana do Castelo, exigiu-se o fim do genocídio na Palestina e uma paz duradoura no Médio Oriente, num desfile que ligou o Jardim D. Fernando ao Largo da Estação.

No Largo da Estação, foram ouvidas intervenções de Ilda Figueiredo, Helena Pimenta e Sandra Maricato, do CPPC, e de João Correia, da União de Sindicatos de Viana do Castelo.

Este evento inseriu-se na Jornada Nacional de Solidariedade com a Palestina e pela Paz no Médio Oriente convocada pelo CPPC, pelo MPPM, pela CGTP-IN e pelo Projecto Ruído, que inclui mais de vinte iniciativas em todo o país, entre 2 e 12 de


Fotos: CPPC

Centenas de pessoas concentraram-se na Fonte Luminosa, em Leiria, na terça-feira 8 de Outubro, para participarem num momento cultural solidário que contou com a participação, entre outros, de Kartek, dj e produtor, Gualter S, bailarino, e Luis "Frio", pintor, que elaborou uma tela durante a concentração.

Foram ouvidas intervenções de André Crespo, do CPPC, Nuno Violante, da CGTP-IN, e Violeta Gregório, do Projecto Ruído, que reclamaram o cessar-fogo, o fim do genocídio na Palestina, o fim da agressão de Israel no Médio Oriente e o reconhecimento dos direitos nacionais do povo palestino.

Este evento inseriu-se na Jornada Nacional de Solidariedade com a Palestina e pela Paz no Médio Oriente convocada pelo CPPC, pelo MPPM, pela CGTP-IN e pelo Projecto Ruído, que inclui mais de vinte iniciativas em todo o país, entre 2 e 12 de Outubro.


Fotos: CPPC

Não obstante o mau tempo, dezenas de pessoas concentraram-se no Jardim José de Lemos, na Guarda, na tarde de terça-feira, 8 de Outubro, para manifestarem a sua solidariedade com o povo palestino e com os outros povos do Médio Oriente vítimas da barbárie sionista.

José Pedro Branquinho, da União de Sindicatos da Guarda, interveio neste acto público reclamando o fim do genocídio na Palestina e paz para o Médio Oriente.

Este evento inseriu-se na Jornada Nacional de Solidariedade com a Palestina e pela Paz no Médio Oriente convocada pelo CPPC, pelo MPPM, pela CGTP-IN e pelo Projecto Ruído, que inclui mais de vinte iniciativas em todo o país, entre 2 e 12 de Outubro.


Fotos: CPPC

O MPPM e a AEFLUL mostram a exposição «A Questão Palestina: O Essencial» no átrio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa até 31 de Outubro. Inaugurada na segunda-feira, 7 de Outubro, a exposição procura transmitir algo do essencial sobre a Questão Palestina, despertando no visitante o interesse por querer saber mais sobre um drama que pesa fortemente na consciência da comunidade internacional.

A Questão Palestina é uma história de violência sobre o povo palestino, de limpeza étnica e ocupação do seu território, de apropriação dos seus recursos, de violação dos seus direitos humanos, mas é também a história da resistência tenaz de um povo pela afirmação da sua identidade nacional, assente numa cultura milenar, e da luta pelo reconhecimento dos seus direitos históricos e políticos.

O grande poeta palestino Mahmud Darwich, no seu monumental poema «Mural», assegura: «Um dia, seremos o que queremos ser». O povo palestino necessita e merece apoio e solidariedade na sua heróica...

Neste domingo, 6 de Outubro, ao fim da tarde, a Casa do Comum, ao Bairro Alto, em Lisboa, acolheu uma conversa com Sandra Barrilaro, fotógrafa e activista, a propósito do livro Against Erasure: A Photographic Memory of Palestine before the Nakba de que é co-autora.

O evento, organizado pelo MPPM em cooperação com Arte pela Palestina, teve moderação de Carlos Almeida, vice-presidente do MPPM e a participação de Shahd Wadi.

Quando ganha força a narrativa sionista de que a Palestina era uma “terra sem povo”, o trabalho de Sandra Barrilaro documenta uma terra em que vivia um povo que trabalhava, comerciava, reagia e se divertia.

No mesmo espaço está patente a exposição Against Erasure: Uma memoria fotográfica da Palestina antes da Nabka produzida pelo MPPM.

Sandra Barrilaro

Sandra Barrilaro nasceu em Bilbau em 1960. É fotógrafa, editora e activista dos direitos humanos da população palestina.

Co-autora do livro Against Erasure. A Photographic Memory of Palestine before the Nakba, um livro de...

Mais de uma centena de pessoas concentraram-se na Praça do Giraldo, em Évora, ao fim da tarde de segunda-feira, 7 de Outubro, para reclamar um cessar-fogo imediato e permanente, o fim do genocídio na Palestina, a efectivação dos direitos nacionais do povo palestino e paz para o Líbano e para o Médio Oriente.

Estas exigências foram expressas nas intervenções de Bernardino Grilo, do CPPC, José Oliveira, do MPPM, e David Guerra, da União de Sindicatos de Évora.

Na sua intervenção, José Oliveira exigiu ainda que o governo português suspenda a cooperação com o Estado de Israel e reconheça o Estado da Palestina.

Este evento inseriu-se na Jornada Nacional de Solidariedade com a Palestina e pela Paz no Médio Oriente convocada pelo CPPC, pelo MPPM, pela CGTP-IN e pelo Projecto Ruído, que inclui mais de vinte iniciativas em todo o país, entre 2 e 12 de Outubro.


Fotos: USE/CGTP-IN, MPPM

Apesar do mau tempo e da chuva persistente, cerca de meio milhar de pessoas acorreu, na tarde deste domingo 6 de Outubro, à concentração e desfile de solidariedade com a Palestina convocados pelo MPPM, pelo CPPC, pelo Projecto Ruído e pela CGTP-União de Sindicatos do Porto. O início teve lugar na Praça dos Poveiros, onde interveio Ilda Figueiredo, do CPPC, com introdução, concessão de palavra e palavras-de-ordem a cargo de representantes do Projecto Ruído.

Seguiu-se um participado desfile (encurtado, devido ao mau tempo) que seguiu pelo coração da baixa portuense, pontuado por palavras de ordem e testemunhado por dezenas e dezenas de pessoas que, a essa hora, e não obstante a chuva, circulavam pelas áreas comerciais das Ruas de Passos Manuel e de Santa Catarina. Continuou, depois, pela Rua de Fernandes Tomás, até chegar à Praceta da Palestina, onde se realizou a concentração

Houve aí um segundo momento de intervenções. Além da leitura de poemas a cargo de activistas do Projecto Ruído, o...

O Rossio de VISEU acolheu, nesta manhã de 5 de Outubro, uma concentração por uma Palestina livre e pela Paz no Médio Oriente. Helena Barbosa, do CPPC, interveio, condenando, uma vez mais, nesta Jornada de Solidariedade que percorre o país, os crimes de Israel, a continuação do genocídio na Faixa de Gaza e a escalada de agressão no Médio Oriente.

A concentração no Rossio culminou um desfile pelas ruas da cidade animado pelo grupo de bombos Girassol Azul.

Este evento inseriu-se na Jornada Nacional de Solidariedade com a Palestina e pela Paz no Médio Oriente convocada pelo CPPC, pelo MPPM, pela CGTP-IN e pelo Projecto Ruído, que inclui mais de vinte iniciativas em todo o país, entre 2 e 12 de Outubro.


Fotos: CPPC

Alpiarça juntou-se, na tarde de sexta-feira, 4 de Outubro, às cidades que, em todo o país, estão a aderir à Jornada Nacional de Solidariedade pelo fim do genocídio na Palestina e pela paz no Médio Oriente.

No Jardim Municipal foram implantadas bandeiras da Palestina e foram ouvidas intervenções reclamando o fim da agressão sionista contra o povo palestino e a cessação da actividade bélica de Israel contra os povos vizinhos.

Este evento inseriu-se na Jornada Nacional de Solidariedade com a Palestina e pela Paz no Médio Oriente convocada pelo CPPC, pelo MPPM, pela CGTP-IN e pelo Projecto Ruído, que inclui mais de vinte iniciativas em todo o país, entre 2 e 12 de Outubro.


Fotos: CPPC

Na tarde desta sexta-feira, 4 de Outubro, muitas dezenas de pessoas reuniram-se na Covilhã, no Jardim Público, para exigir o fim do genocídio na Palestina e Paz no Médio Oriente.

Pela primeira vez desde o 25 de Abril a polícia não autorizou o desfile programado por, alegadamente, ser fora dos horários previstos. Realizou-se então uma marcha pelo passeio até ao Largo do Pelourinho.

Intervieram aí Vítor Reis Silva, pelo CPPC, Sérgio Santos, Coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco, Casimiro Santos, da URAP, e José Oliveira, do MPPM.

O evento inseriu-se na Jornada Nacional de Solidariedade com a Palestina e pela Paz no Médio Oriente convocada pelo CPPC, pelo MPPM, pela CGTP-IN e pelo Projecto Ruído, que inclui mais de vinte iniciativas em todo o país, entre 2 e 12 de Outubro.


Fotos: CPPC