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cartaz jantar 2015 v.3cartaz sesso 2015  v.2

 
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cartaz debate palestina e paz mo 2015  v.2cartaz debate gaza 2015  v.2

 
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NÃO AOS EXERCÍCIOS MILITARES DA NATO NA EUROPA DO SUL E NO MEDITERRÂNEO

logo manobras natoA região do Mediterrâneo Oriental/Médio Oriente tem sido, nas últimas décadas, a mais conflituosa e insegura. Nela se situa a Palestina, que é palco do mais velho e dramático conflito aberto neste momento.

Olhando para a história, vê-se a constante ingerência de algumas potências em toda a região: é a venda de armas, são as bases militares, são as agressões e ocupações, os boicotes e sanções, são as ameaças e provocações.

Os mentores e principais actores destas ingerências têm um denominador comum: são membros ou têm parcerias com a NATO.

A NATO é um bloco político-militar que teve papel preponderante na destruição da Jugoslávia, do Iraque, da Líbia e está, através da Turquia, a intervir na guerra da Síria. A NATO mantem relações com a administração sionista do Estado de Israel, o qual colabora com o Estado Islâmico e também participa em exercícios militares com membros da NATO.

Entende o MPPM que não é com armas, nem com guerras, nem com demostrações de força, nem com alianças belicistas, que se alcança a tão necessária paz e segurança no Médio Oriente.

Pela Paz, pela Segurança, por uma solução pacifica para os conflitos que afligem a região, nomeadamente na Palestina, o MPPM conclama todas as pessoas amantes da Paz a repudiar a presença da NATO no Mediterrâneo e, em especial as manobras militares anunciadas para o próximo Outono.

Convidamo-lo, por isso, a subscrever o documento, proposto por um conjunto de organizações em que o MPPM se integra, a que poderá aceder aqui:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT78172

 
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LEILA KHALED: “VAMOS DAR TUDO PARA CONSEGUIR ESTE PAÍS QUE NOS FOI ROUBADO”

14 - leila khaled - fotoO MPPM divulga a notável intervenção de Leila Khaled no Seminário Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino realizado em Almada em 29 de Novembro de 2014.

Com a autoridade que lhe advém de ter dedicado toda a sua vida à luta pela libertação do seu país, Leila Khaled, que é membro do Conselho Nacional Palestino da OLP e dirigente da Frente Popular para a Libertação da Palestina, faz uma análise desassombrada da história [“O nosso povo não tem que pagar este alto preço, não tem nada a ver com o que fez o nazismo na Europa. Nós não queimámos os judeus, não os pusemos nas prisões. Foi o nazismo que fez isso. E agora vemos que o sionismo faz o mesmo connosco “ (…) “Quem pôs Israel na nossa terra foi o movimento sionista internacional e o imperialismo. Este mundo criou a mentira sionista, esta grande mentira que dizia que esta terra era uma terra sem povo para um povo sem terra”].

Leila Khaled nega o carácter religioso do conflito israelo-palestino [“Nós respeitamos todas as religiões, incluindo a religião judaica. Nós sabemos a diferença entre a religião judaica e o movimento sionista, que é um movimento racista reaccionário”] e apela ao isolamento do Estado de Israel através do boicote aos produtos, do boicote diplomático e do boicote académico, recordando o êxito do movimento global anti-apartheid na África do Sul. Destaca a importância da solidariedade parlamentar e defende o direito à resistência contra a ocupação por todas as suas formas, incluindo a luta armada.

Considerando que as várias negociações de paz nada fizeram para que o povo palestino visse consagrado o seu direito à autodeterminação, a um Estado Palestino, o direito ao regresso e a ter a capital em Jerusalém [“Depois de Oslo, depois de 21 anos de negociações, o resultado é mais colonialismo, aumento das detenções, aumento das mortes, quatro guerras contra o povo palestino e judaização da cidade de Jerusalém”], Leila Khaled advoga a constituição de um Congresso Internacional, dirigido pelas Nações Unidas, que se limite a fazer aplicar as numerosas Resoluções da ONU sobre a Palestina.

Leia o texto integral da intervenção aqui:

http://www.mppm-palestina.org/index.php/seminario-2014/doc_download/112-14-leila-khaled-vamos-dar-tudo-para-conseguir-este-pais-que-nos-foi-roubado 

Pode ler todas as intervenções aqui:

http://mppm-palestina.org/index.php/seminario-2014/cat_view/70-seminario-2014

 
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p1020518MPPM NO ACAMPAMENTO PELA PAZ p1020527

O MPPM esteve presente no Acampamento pela Paz organizado pela Plataforma 40x25, em Évora, entre 24 e 26 de Julho.

Adel Sidarus participou no debate evocativo dos 70 anos p1020541da vitória sobre o nazi-fascismo historiando as circunstâncias que levaram à criação do Estado de Israel no rescaldo da Segunda Guerra Mundial e acentuando o seu carácter belicista e colonialista na opressão do povo palestino.

O tema da Palestina esteve também presente na Marcha da Juventude pela Paz que, na noite de 25, ligou o Rossio à Praça do Giraldo.

 

 
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