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NO DIA MUNDIAL DA ÁGUA O MPPM LEMBRA OS HABITANTES DOS TERRITÓRIOS PALESTINOS OCUPADOS QUE ESTÃO PRIVADOS DO ACESSO A RECURSOS BÁSICOS

O Dia Mundial da Água é celebrado anualmente, desde 1993, por iniciativa das Nações Unidas, com o objetivo de chamar a atenção para a importância da água potável e para a necessidade de fazer uma gestão sustentável dos recursos hídricos.

Em muitos países do mundo, apela-se a uma utilização racional dos recursos postos à disposição dos seus habitantes. Mas, nos Territórios Ocupados da Palestina, a população tem um problema mais premente: o acesso, puro e simples, a água potável para o seu consumo diário.

O Seminário das Nações Unidas sobre a Assistência ao Povo Palestino, realizado no Cairo em 6 e 7 de fevereiro passado, chegou a estas conclusões:

  • Os palestinos só têm acesso a 10% da capacidade do sistema de água da Cisjordânia, ao passo que Israel tem controlo completo sobre os aquíferos da região;
  • Israel tem, de forma continuada, sobre-explorado a água, provocando o esgotamento das reservas dos aquíferos, para depois a vender de volta aos palestinos;
  • Metade dos poços palestinos secou nas duas últimas décadas;
  • Os israelitas consomem sete vezes mais água que os palestinos, enquanto estes pagam a água cinco vezes mais cara que os colonos judeus;
  • Os colonatos israelitas descarregam, anualmente, 40 milhões de metros cúbicos de resíduos líquidos e sólidos em terras palestinas e, diariamente, 60 milhões de litros de esgotos, não tratados ou só tratados parcialmente, são descarregados em terra, no mar ou em fontes de água potável;
  • Os prejuízos diretos causados à economia palestina pelas restrições do acesso à água, nomeadamente pelo preço mais elevado da água consumida, são avaliados em 51,9 milhões de dólares (0,6% do PIB);
  • Os prejuízos indiretos, que compreendem, por exemplo, perdas de produção agrícola devido a falta de água e problemas de saúde atribuídos à má qualidade da água, estão avaliados em 1.900 milhões de dólares (23,4% do PIB).

A questão da água é apenas uma das múltiplas armas silenciosas que Israel utiliza para asfixiar a débil economia palestina. Mas é uma arma muito mais eficaz que os métodos violentos, porque atinge toda uma população e não faz manchete de jornal nem notícia de abertura de noticiário televisivo.

Na referida Conferência, o impacte da ocupação na economia palestina, em 2010 - que se considera estar subavaliado - foi estimado em 6.897 mil milhões de dólares, representando 84,9% do PIB!

Pelo fim da ocupação ilegal dos Territórios Palestinos por Israel!

Por um Estado Palestino livre, independente, viável e soberano!

Lisboa, 22 de março de 2012

A Direção Nacional do MPPM

 
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[30 Mar 2012]

Assinalando o Dia da Terra Palestina

O MPPM E A ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA ORGANIZARAM SEMANA DE SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA E PELA PAZ NO MÉDIO ORIENTE

 

vozes da terraO Dia da Terra, evocado a 30 de Março, assinala a data em que, em 1976, as forças armadas de Israel dispararam sobre palestinos que se opunham à expropriação das suas terras para construção de novos colonatos judaicos e expansão dos existentes. Seis jovens palestinos, cidadãos de Israel, foram mortos. Quase uma centena de pessoas ficaram feridas e várias centenas foram presas. Hoje, o Dia da Terra simboliza a resistência palestina à continuada expropriação de terras palestinas por Israel e à sua política de colonização, ocupação e apartheid.

Para assinalar a efeméride, o MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (www.mppm-palestina.org) e a Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (www.aeflul.pt) organizaram um conjunto de eventos - Exposição / Filmes / Debates - integrados na iniciativa "Vozes da Terra - Semana de Solidariedade com a Palestina e pela Paz no Médio Oriente" que tevelugar, entre 26 e 30 de março, nas instalações daquela Faculdade, na Cidade Universitária de Lisboa.

 vt - exposição uma terra sem gente para gente sem terra

Exposição "Uma Terra Sem Gente Para Gente Sem Terra"

Entre segunda 26 e sexta 30 de Março, das 10 às 20 horas, esteve aberta ao público, na Sala de Exposições, a exposição "Uma Terra Sem Gente Para Gente Sem Terra" de Nuno Coelho e Adam Kershaw.

Trata-se, na descrição de Nuno Coelho, de "uma exposição de cartazes gráficos interactivos sobre o conflito entre Israel e a Palestina. Produz um discurso visual em torno das tensões sociais da vida quotidiana nesta região onde três continentes colidem e propõe uma nova abordagem de pensamento sobre o conflito. O discurso é crítico, mas também irónico e, de uma forma descontraída, expõe a situação actual, convidando as pessoas a colorir os mapas e desenhos ao longo da exposição".

 

vt - a terra fala arabeExibição do filme "A Terra Fala Árabe"

Na segunda 26, às 18 horas, na Sala de Vídeo, foi exibido o filme "A Terra Fala Árabe" (La Terre Parle Arabe), da realizadora palestina Maryse Gargour (2007, 61 minutos).

O filme "A Terra Fala Árabe" relata, com base em citações de líderes sionistas, filmes de arquivo inéditos, recortes de jornais da época, documentos oficiais, entrevistas com historiadores e testemunhos palestinos anteriores a 1948, a história da progressiva ocupação do território da Palestina pelos judeus, com a consequente expulsão dos seus habitantes milenares. Este processo de espoliação teve a sua génese na criação do movimento sionista internacional em finais do século XIX. Este movimento político, laico e nacionalista, minoritário entre os judeus, apelava à criação de um estado judaico em qualquer parte do mundo, preferencialmente na Palestina. Mas na Palestina, nessa data, e desde há muitos séculos, "a terra fala árabe": ela é habitada pelos palestinos, o povo árabe da Palestina.

 

Exibição do filme "Depois do Silêncio"vt - depois do silencio

Na terça 27, às 18 horas, na Sala de Vídeo, foi exibido o filme "Depois do Silêncio" (Nach der Stille), realizado por Stephanie Bürger e Jule Ott numa co-produção germano-palestina (2011).

Duas jovens realizadoras alemãs vão à Palestina onde, juntamente com Manal, um estudante palestino de Jenin, tentam descobrir o que se passou realmente no dia 31 de Março de 2002. Shadi Tobassi, um bombista suicida de Jenin, fez-se explodir no restaurante Matza, em Haifa, propriedade de um árabe, matando 15 pessoas. Entre os que morreram estava Dov Chernobroda, um arquitecto israelita que toda a vida tinha tentado promover um entendimento pacífico entre Israel e a Palestina. Oito anos depois, a sua mulher Yael pretende visitar a família do bombista suicida em Jenin...

 

vt - o coracao de jeninExibição do filme "O Coração de Jenin"

Na quarta 28, às 18 horas, na Sala de Vídeo, foi exibido o filme "O Coração de Jenin" (Das Herz von Jenin), realizado por Leon Geller e Marcus Vetter (2008, 90').

O Coração de Jenin é a história de Ahmed Chatib,um rapaz palestino morto por soldados israelitas cujo pai decidiu doar os órgãos do seu filho a seis crianças israelitas par salvar as suas vidas. Um ano e meio passou desde então. Que conseguiu Ismail al-Chatib, do campo de refugiados de Jenin, com o seu gesto de paz? Para descobrir como o feito de Ismail afectou as vidas das famólias dos receptores, é necessário viajar através de Israel, desde as colinas ao norte, junto à fronteira com o Líbano, passando pela conturbada cidade santa de Jerusalém, até junto o deserto de Negev, no sul do país. O filme é uma viagem através de territórios ocupados e de corações cheios de preconceitos.

 

Exibição do filme "Promessas"vt - promessas

Na sexta 30, às 18 horas, na Sala de Vídeo, foi exibido o filme "Promessas" (Promises), realizado por Justine Shapiro, B. Z. Goldberg e Carlos Bolado (2001, 106').

Várias crianças judias e palestinas são seguidas durante três anos e postas em contacto umas com as outras, neste olhar alternativo sobre o conflito Israelo-Palestino. Os três cineastas seguiram um grupo de sete crianças locais entre 1995 e 1998. Todos eles têm origens totalmente diferentes. Estas sete crianças contam a sua própria história sobre como é crescer em Jerusalém. Através deste retrato de sua geração, vemos quão profundamente enraizados e quase insolúveis se tornaram os problemas do Médio Oriente. Quando os protagonistas voltam a falar, num epílogo, alguns anos mais tarde, torna-se notório que todos perderam sua inocência infantil.

 

vt - debateDebate sobre a Situação na Palestina e no Médio Oriente

Na quinta 29, a partir das 18 horas, na Sala 5.1., esteve em debate a situação na Palestina e no Médio Oriente, com intervenções de Carlos Almeida, da Direcção Nacional do MPPM; Teresa Cadete, Professora da Faculdade de Letras da U.L. e também membro da Direcção Nacional do MPPM; Nuno Coelho, Designer de Comunicação e Professor na Universidade de Coimbra; e um membro da Direcção da Associação de Estudantes da FLUL.

 

 
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MPPM CONDENA CRIMINOSA OFENSIVA MILITAR DE ISRAEL CONTRA MARTIRIZADA POPULAÇÃO DE GAZA

Vinte e um mortos e muitas dezenas de feridos é o balanço possível de mais uma ofensiva militar de Israel sobre a martirizada população palestina da faixa de Gaza. A sequência de bombardeamentos iniciada na passada sexta-feira tem semeado um rasto de morte e destruição em várias aldeias e cidades daquela região ocupada. Homens, mulheres ou crianças, escolas e outras infra-estruturas civis, nada tem sido poupado.

Sem ser surpreendente, a brutalidade do exército israelita é ainda mais chocante porquanto a actual campanha de bombardeamentos sobre a população palestina foi desencadeada de maneira totalmente despropositada e sem que nada o justificasse. Na verdade, ela apenas vem elevar o grau de violência e opressão que marca o quotidiano do povo palestino sob a continuada ocupação de Israel.

No actual contexto que se vive no Médio Oriente, com a agudização de conflitos internos e a multiplicação de ingerências externas e planos belicistas para novas invasões, a ofensiva militar israelita parece orientada, entretanto, para provocar uma escalada das tensões internacionais, na tentativa de justificar uma acção militar em larga escala contra outros países da região.

Iniciada poucos dias após o discurso do Presidente dos Estados Unidos da América na reunião anual do lobby israelita nos EUA, e desenvolvida no meio do maior silêncio por parte dos governos europeus - o português incluído -, os bombardeamentos israelitas, prosseguidos na mais completa impunidade, vêm uma vez mais evidenciar o apoio e cumplicidade das grandes potências ocidentais com a política do Governo de Israel, com o prolongamento da ocupação dos territórios palestinos e os planos de destruição da existência nacional do povo palestino.

A Direcção Nacional do MPPM condena de forma veemente mais esta criminosa actuação do Governo de Israel e exige do Governo Português uma posição de repúdio por esta acção, consentânea com o direito internacional e os princípios constitucionais.

Lisboa, 13 de Março de 2012

A Direcção Nacional do MPPM

 
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UNRWA CORTA APOIOS EM GAZA. HAMAS PEDE A DESTITUIÇÃO DO COMISSÁRIO-GERAL DA UNRWA

Segundo o Centro de Informação Palestino1 a Agência da ONU para os refugiados palestinos, UNRWA, declarou2 que vai «cessar os seus serviços de apoio financeiro a famílias pobres de Gaza, o seu programa de criação de oportunidades de emprego, e os seus serviços médicos nocturnos, bem como reduzir para metade todos os restantes serviços de saúde que assegura em Gaza».

A agência de imprensa InfoPal.it, ligada ao movimento de solidariedade com a Palestina em Itália, informa3 que são 106 mil os refugiados em Gaza considerados «pobres» que deixarão de receber os apoios financeiros e apoios no campo da saúde e educação. Mantêm-se os apoios alimentares. Ainda segundo a mesma fonte, «as razões invocadas pela UNRWA fazem recair a responsabilidade por esta decisão sobre a União Europeia e, em geral, sobre os países doadores» por não estarem já a entregar os montantes de doações necessárias ao funcionamento dos referidos programas. O Departamento para as questões dos refugiados do Movimento Hamas pediu que o Comissário-Geral da UNRWA, o italiano Filippo Grandi, seja demitido das suas funções, afirmando que «a experiência de Grandi foi para nós ineficiente, até na sua capacidade para obter os financiamentos».

A UNRWA foi criada pela Resolução 302(IV) da Assembleia Geral da ONU4 em Dezembro de 1949, para assegurar auxílio de emergência, serviços de saúde e ensino aos milhões de palestinos refugiados após a criação do Estado de Israel. Segundo os dados da UNRWA5 há hoje quase cinco milhões de refugiados palestinos na Jordânia (2 milhões), em Gaza (quase 1,2 milhões), na Margem Ocidental (quase 850 mil), na Síria (quase 500 mil) e no Líbano (450 mil).

Na Faixa de Gaza, onde milhão e meio de palestinos sofrem um bloqueio imposto por Israel, de forma continuada, há quase cinco anos, e ainda não recuperaram das trágicas consequências da operação "Chumbo Fundido" desencadeada pelo exército israelita no inverno 2008-20096, dependendo na quase totalidade da ajuda externa para a sua sobrevivência, a UNRWA é o principal fornecedor de ajuda humanitária e o maior empregador, tendo sido responsável, no 1º semestre de 2011, por 75,2% do emprego no sector privado, o que representa 8,9% do total de emprego7.  

O actual Comissário-Geral da UNRWA foi nomeado pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon, em Janeiro de 2010, substituindo a anterior Comissária-Geral, a norte-americana Karen AbuZayd.

Um representante da UNRWA, o Director Executivo Michael Kingsley, esteve em Portugal, no Seminário "A Catástrofe Humanitária em Gaza e os Crescentes Perigos da Actual Situação nos Territórios Palestinos e na Região", organizado pelo MPPM em Lisboa, no dia 14 de Fevereiro de 20098, em representação da então Comissária-Geral, Karen AbuZayd.


1 http://www.palestine-info.co.uk

2 http://www.palestine-info.co.uk/En/default.aspx?xyz=U6Qq7k%2bcOd87MDI46m9rUxJEpMO%2bi1s7yK1jaTzJwsor788uD2fFtPEXwA7evZP33i2XLM%2blxV2Sepsr7Y4WRpyFaEqSA6HJ3mkEqUNaQH%2fN%2bQTwEFB7kQIY6f3mxIlnwLGVrzLZEh8%3d

3 http://www.infopal.it/quanto-resta-del-sostegno-unrwa-a-gaza-11dollari-pro-capite-ai-piu-poveri-ogni-3-mesi

4 http://unispal.un.org/UNISPAL.NSF/0/AF5F909791DE7FB0852560E500687282

5 http://www.unrwa.org/etemplate.php?id=253

6 http://www.mppm-palestina.org/index.php/noticias/43-apelo-gaza

7 http://www.unrwa.org/userfiles/20110908811.pdf

8 http://www.mppm-palestina.org/index.php/noticias/41-seminario-gaza

 
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MPPM PROMOVE JORNADAS DE SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA - 2011

cartaz jornadas v.3Uma iniciativa retomada

Em 2011, o MPPM retomou a iniciativa de organizar um conjunto de eventos, integrados nas Jornadas de Solidariedade com a Palestina - 2011, em torno da data de 29 de novembro proclamada pela Assembleia Geral da ONU como o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina, evocando a data em que, em 1947, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a resolução 181 (II) que preconizava a partilha da Palestina em dois Estados - um judaico e um árabe - com um estatuto especial para Jerusalém, mas que jamais foi cumprida no que respeita à criação do Estado Palestino. As Jornadas de Solidariedade com a Palestina - 2011 adotaram como lema: "Liberdade - Independência - Soberania".

A Terra Fala Árabe - Ijornadas 2011 - alges

As "Jornadas" tiveram início no dia 12 de novembro com a exibição, na Sala de Formação da Biblioteca Municipal de Algés (Palácio Ribamar), do filme "A Terra Fala Árabe", realizado por Maryse Gargour, em 2007. Júlio de Magalhães (Direção Nacional do MPPM) apresentou o filme e moderou o debate que se seguiu à exibição. No final, foram oferecidos chá de menta e bolinhos aos presentes. Esta iniciativa contou com a colaboração da Câmara Municipal de Oeiras.

jornadas 2011 - alcacerViver na Palestina Hoje

No dia 19 de novembro, na Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer, em Alcácer do Sal, numa iniciativa conjunta com a Junta de Freguesia de Santa Maria do Castelo, foi exibido o filme "A Carta de Sara" (Mutaz Jankot, 2002) e houve debate sobre a situação atual na Palestina animado com intervenções do Embaixador Mufeed Shami, de Carlos Almeida (Direção Nacional do MPPM) e do jornalista José Manuel Rosendo.

A Tradição Cultural Palestina

Também em 19 de novembro, na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, no Barreiro, houve uma sessão de leitura de contos e poesia da Palestina por Natália Nunes e Lina Soares, que também interpretou canções árabes com acompanhamento musical de Luís Reis. Foi ainda exibido um filme com danças populares palestinas. A apresentação esteve a cargo de Júlio de Magalhães.

Os Sabores da Palestinajornadas 2011 - jantar

O habitual jantar com pratos típicos da Palestina teve lugar a 25 de novembro, na sede do Grupo Sportivo Adicense, numa iniciativa conjunta do MPPM, da Missão Diplomática da Palestina e daquela coletividade. O Ensemble Moçárabe, integrando Eduardo Ramos e Baltazar Molina, interpretou música árabe. O Embaixador Mufeed Shami e Júlio de Magalhães fizeram breves alocuções. Estiveram presentes membros de representações diplomáticas de países árabes.

jornadas 2011 - odivelasA Terra Fala Árabe - II

O filme "A Terra Fala Árabe" (Maryse Gargour, 2007) voltou a ser exibido no dia 26 de novembro, no Auditório do Centro de Exposições de Odivelas, numa iniciativa que contou com o apoio da Câmara Municipal de Odivelas. Carlos Almeida (Direção Nacional do MPPM) apresentou o filme e moderou o debate que se seguiu à exibição, tendo sido oferecidos chá de menta e bolinhos aos presentes.

Solidariedade com a Palestinajornadas 2011 - sessao

As "Jornadas" encerraram, no dia 29 de novembro, com um Sessão Pública Comemorativa do Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina que teve lugar na Casa do Alentejo, em Lisboa. Com a presença de muitas dezenas de pessoas e de representantes diplomáticos de países árabes, Carlos Almeida (D.N. - MPPM) moderou a sessão em que intervieram o Embaixador Mufeed Shami, Isabel Allegro Magalhães (anterior copresidente do MPPM), Silas Cerqueira (D.N. - MPPM) e o arqueólogo Cláudio Torres.

Leia o texto integral da intervenção do Embaixador Mufeed Shami

Leia o texto integral da intervenção de Isabel Allegro de Magalhães

Leia o texto integral da intervenção de Silas Cerqueira

Leia o texto integral da intervenção de Cláudio Torres

 
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