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NÃO AOS EXERCÍCIOS MILITARES DA NATO NA EUROPA DO SUL E NO MEDITERRÂNEO

logo manobras natoA região do Mediterrâneo Oriental/Médio Oriente tem sido, nas últimas décadas, a mais conflituosa e insegura. Nela se situa a Palestina, que é palco do mais velho e dramático conflito aberto neste momento.

Olhando para a história, vê-se a constante ingerência de algumas potências em toda a região: é a venda de armas, são as bases militares, são as agressões e ocupações, os boicotes e sanções, são as ameaças e provocações.

Os mentores e principais actores destas ingerências têm um denominador comum: são membros ou têm parcerias com a NATO.

A NATO é um bloco político-militar que teve papel preponderante na destruição da Jugoslávia, do Iraque, da Líbia e está, através da Turquia, a intervir na guerra da Síria. A NATO mantem relações com a administração sionista do Estado de Israel, o qual colabora com o Estado Islâmico e também participa em exercícios militares com membros da NATO.

Entende o MPPM que não é com armas, nem com guerras, nem com demostrações de força, nem com alianças belicistas, que se alcança a tão necessária paz e segurança no Médio Oriente.

Pela Paz, pela Segurança, por uma solução pacifica para os conflitos que afligem a região, nomeadamente na Palestina, o MPPM conclama todas as pessoas amantes da Paz a repudiar a presença da NATO no Mediterrâneo e, em especial as manobras militares anunciadas para o próximo Outono.

Convidamo-lo, por isso, a subscrever o documento, proposto por um conjunto de organizações em que o MPPM se integra, a que poderá aceder aqui:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT78172

 
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p1020518MPPM NO ACAMPAMENTO PELA PAZ p1020527

O MPPM esteve presente no Acampamento pela Paz organizado pela Plataforma 40x25, em Évora, entre 24 e 26 de Julho.

Adel Sidarus participou no debate evocativo dos 70 anos p1020541da vitória sobre o nazi-fascismo historiando as circunstâncias que levaram à criação do Estado de Israel no rescaldo da Segunda Guerra Mundial e acentuando o seu carácter belicista e colonialista na opressão do povo palestino.

O tema da Palestina esteve também presente na Marcha da Juventude pela Paz que, na noite de 25, ligou o Rossio à Praça do Giraldo.

 

 
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QUE SE PARE A TRAGÉDIA DO MEDITERRÂNEO, AGORA!

O MPPM associou-se à Jornada Mundial de Solidariedade para exigir o fim das mortes no Mediterrâneo promovida, em Portugal, pela CGTP-IN, com uma concentração, na Rua do Carmo, em Lisboa, no final da tarde de 19 de Julho de 2015, que teve ainda o apoio de outras organizações, como o Conselho Português para a Paz e Cooperação, o Movimento Democrático de Mulheres, a Liga Portuguesa dos Direitos Humanos-Civitas e o Movimento Erradicar a Pobreza. Usaram da palavra, pela CGTP-IN, Carlos Trindade, responsável de Migrações da Comissão Executiva, Libério Domingues, da Comissão Executiva e coordenador da União dos Sindicatos de Lisboa e Arménio Carlos, Secretário-Geral.

mediterrneo 1A tragédia dos refugiados que se tem vindo a verificar no Mediterrâneo tem causas profundas que se têm vindo a agravar nos últimos anos. Elas radicam na desenfreada espoliação das riquezas dos locais de origem dos refugiados e na miserável exploração da mão-de-obra das respectivas populações.

As guerras, impostas ou fomentadas, as ingerências de Estados, nomeadamente da Europa, as políticas neocolonialistas, e o expansionismo territorial, em mediterrneo 3contravenção ao Direito Internacional, tornaram a região sul e este do Mediterrâneo num inferno de fome e insegurança. É destas calamidades que os migrantes fogem, procurando refúgio na Europa.

O Mali, a Líbia, o Líbano, a Síria, o Egipto, o Iraque, a Palestina, etc., vivem sob ameaças, instabilidade e guerras constantes, vêem as suas habitações destruídas, os seus terrenos de lavoura e pasto inquinados pela mineração e ou usurpados pela actuação das multinacionais. O desemprego e a mediterrneo 4insalubridade, grassam nas populações atingidas pela ganância das empresas colonizadoras.

Os conflitos não resolvidos e as guerras produziram até à data, mais de 4 milhões de refugiados Palestinos, 200.000 refugiados Saharauis no deserto argelino, 9 milhões de Sírios deslocados e refugiados, 2 milhões de Iraquianos deslocados.

Só a paz e o respeito pela soberania dos povos pode proporcionar o desenvolvimento e a segurança que travarão naturalmente esta migração. Não é com mais armas, mais agressão, mais ameaças, que se impedirá a fugas das populações e o obsceno tráfico de seres humanos.

O MPPM considera que uma política de paz, solidária e de respeito pelo Direito Internacional e Humanitário é necessária para todo o mundo e urgente na Região Mediterrânica e no Médio Oriente.

 
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