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Fim à repressão na Turquia! Solidariedade com o povo turco!

Acto público: Sexta-feira, 7 de Junho, 18h frente à Embaixada da Turquia, em Lisboa (Avenida das Descobertas, 22)

fim à repressão na turquiaExpressamos o mais profundo repúdio pela violenta repressão de que têm sido alvo as manifestações populares que têm ocorrido por toda a Turquia nos últimos dias.

Inspiradas pela resistência daqueles que protestavam contra a destruição do jardim da Praça Taksim, em Istambul, e espoletadas pela brutal repressão policial que sobre aqueles se abateu, estas manifestações são expressão do amplo e generalizado descontentamento entre os trabalhadores e a população turca, com as políticas do Governo turco, que face às manifestações populares responde com a repressão e ataques contra as forças democráticas e progressistas turcas.

O povo turco e as suas organizações democráticas e progressistas manifestam-se em defesa dos direitos e liberdades, pela democracia e o secularismo, contra o autoritarismo, o reaccionarismo e a opressão exercida pelo Governo turco, que tem apoiado e instigado a guerra na Síria, atitude que é rejeitada pela maioria da população turca.

Solidários com o povo turco e as suas aspirações de liberdade, democracia e justiça social as organizações subscritoras reclamam o fim imediato da repressão na Turquia e saúdam todos os homens e mulheres que nas ruas da Turquia defendem a liberdade, o progresso e a Paz.

4 de Junho de 2013

As organizações subscritoras entregarão esta tomada de posição na Embaixada da Turquia, em Lisboa (Avenida das Descobertas, 22), na próxima Sexta-feira, dia 7 de Junho, pelas 18h.

As organizações subscritoras (até o momento):

Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
União dos Sindicatos de Lisboa

 
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MPPM publica Folha Informativa nº 1 dedicada à Nakba

folha informativa n 1 - maio 2013A Folha Informativa nº 1 tem, como tema principal, a Nakba, cujo 65º aniversário foi evocado no dia 15 de Maio. Recordamos os antecedentes da "Catástrofe" e o seu percurso até aos nossos dias. Mostramos o que tem sido a crescente apropriação de território palestino por Israel e ilustramos, com números, a situação dramática em que se encontra hoje o povo palestino. Damos, ainda, nota da actividade recente e de tomadas de posição do MPPM

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Assembleia Geral do MPPM define programa de acção, elege órgãos sociais e aprova moção sobre conjuntura no Médio Oriente

A Assembleia-Geral do MPPM, reunida em 11 de Março de 2013, aprovou o Relatório de Actividades, referente ao período de Novembro de 2010 a Fevereiro de 2013; as Contas e respectivo Parecer do Conselho Fiscal, referentes aos anos 2010, 2011 e 2012; e o Plano de Actividades para o biénio 2013 – 2014. Elegeu, ainda, os membros dos Órgãos Sociais para o biénio 2013-2014.

A culminar a análise da conjuntura na Palestina e no Médio Oriente, suportada num relatório do Secretário para as Relações Internacionais, Silas Cerqueira, foi aprovada seguinte moção:

Moção

1. A justa solução da questão Palestina é indissociável da questão da paz no Médio Oriente e até da questão da paz a nível mundial. Em torno desta questão, pode-se avançar para a paz ou, pelo contrário, para uma intensificação das tensões e das guerras.

2. O povo da Palestina aguarda, há seis décadas e meia, o cumprimento da promessa de um Estado palestino. Não existe hoje, sequer em palavras, qualquer processo negocial com esse objectivo. O recente reconhecimento, pela Assembleia Geral da ONU, do estatuto de “Estado não membro” para a Palestina, sendo positivo, é claramente insuficiente e não consegue esconder a realidade no terreno: não existe um Estado Palestino livre e independente; os colonatos israelitas avançam cada vez mais, espartilhando os territórios ocupados da Margem Ocidental; o Muro do apartheid continua de pé, em violação da posição do Tribunal Internacional de Justiça; prossegue o bloqueio de Gaza e do seu povo; prosseguem as ocupações de terras, de água, de campos de cultivo palestinos; centenas de prisioneiros políticos palestinos continuam nas prisões de Israel, onde são vítimas de maus tratos e torturas, como ainda recentemente se comprovou. Estes factos contrariam, inviabilizando na prática, a solução de dois Estados que tem servido de base às resoluções da ONU para o problema. O resvalar incessante para a extrema-direita dos círculos dirigentes de Israel acentua de maneira clara a política de opressão do povo palestino e de imposição de soluções de força. Tal ficou, mais uma vez, patente em Novembro passado, com o ataque contra Gaza. O projecto de impor, pela violência e pelas armas, a solução de um único estado em território da Palestina – o estado da Israel – com a consequente expulsão e aniquilamento da identidade nacional do povo palestino, avança todos os dias com total impunidade.

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