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MPPM CONDENA CRIMINOSA OFENSIVA MILITAR DE ISRAEL CONTRA MARTIRIZADA POPULAÇÃO DE GAZA

Vinte e um mortos e muitas dezenas de feridos é o balanço possível de mais uma ofensiva militar de Israel sobre a martirizada população palestina da faixa de Gaza. A sequência de bombardeamentos iniciada na passada sexta-feira tem semeado um rasto de morte e destruição em várias aldeias e cidades daquela região ocupada. Homens, mulheres ou crianças, escolas e outras infra-estruturas civis, nada tem sido poupado.

Sem ser surpreendente, a brutalidade do exército israelita é ainda mais chocante porquanto a actual campanha de bombardeamentos sobre a população palestina foi desencadeada de maneira totalmente despropositada e sem que nada o justificasse. Na verdade, ela apenas vem elevar o grau de violência e opressão que marca o quotidiano do povo palestino sob a continuada ocupação de Israel.

No actual contexto que se vive no Médio Oriente, com a agudização de conflitos internos e a multiplicação de ingerências externas e planos belicistas para novas invasões, a ofensiva militar israelita parece orientada, entretanto, para provocar uma escalada das tensões internacionais, na tentativa de justificar uma acção militar em larga escala contra outros países da região.

Iniciada poucos dias após o discurso do Presidente dos Estados Unidos da América na reunião anual do lobby israelita nos EUA, e desenvolvida no meio do maior silêncio por parte dos governos europeus - o português incluído -, os bombardeamentos israelitas, prosseguidos na mais completa impunidade, vêm uma vez mais evidenciar o apoio e cumplicidade das grandes potências ocidentais com a política do Governo de Israel, com o prolongamento da ocupação dos territórios palestinos e os planos de destruição da existência nacional do povo palestino.

A Direcção Nacional do MPPM condena de forma veemente mais esta criminosa actuação do Governo de Israel e exige do Governo Português uma posição de repúdio por esta acção, consentânea com o direito internacional e os princípios constitucionais.

Lisboa, 13 de Março de 2012

A Direcção Nacional do MPPM

 
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