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MPPM CONDENA NOMEAÇÃO DE ISRAEL PARA PRESIDIR A COMISSÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DA ONU

Israel acaba de ser nomeado para presidir à Sexta Comissão (Questões Jurídicas) da Assembleia Geral da ONU pelo Grupo dos Estados da Europa Ocidental e Outros, integrado actualmente (além de um observador, os EUA) por 28 Estados, entre os quais se incluem Portugal e — estranhamente — Israel.

É inaceitável que Israel, que continua a infringir o direito e as convenções internacionais, o direito humanitário internacional e incontáveis resoluções da ONU, seja nomeado para encabeçar uma comissão jurídica que visa promover o direito internacional e proteger direitos e liberdades humanos básicos.

Ao nomear Israel, o Grupo dos Estados da Europa Ocidental e Outros está a pôr em causa o sistema jurídico internacional e a recompensar Israel pelas suas violações flagrantes do direito internacional e pelos seus actos de violência e de punição colectiva.

O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente:

— condena esta nomeação e lamenta a participação nela de Portugal;

— exorta o governo português a retirar o apoio à nomeação de Israel pelo GEEOO;

— exorta ainda o governo português a desenvolver na ONU acções tendentes a responsabilizar Israel pelas suas persistentes violações do direito internacional e dos direitos humanos e a assegurar o reconhecimento efectivo do direito do povo palestino a um Estado viável, dentro das fronteiras de 1967, com capital em Jerusalém oriental e uma solução justa para o problema dos refugiados.

Leia aqui o texto integral do Comunicado da Direcção Nacional do MPPM

 
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