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PORTUGAL DE ABRIL, A PALESTINA E O MÉDIO ORIENTE

Celebramos neste 25 de Abril de 2016 o 42º aniversário da Revolução dos Cravos e o 40º da entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa (CRP) que integrava – e integra ainda, não obstante as sucessivas tentativas de a descaracterizar – o essencial dos Valores de Abril: liberdade, dignidade e esperança para todos os povos.

Depois de quase meio século de ditadura fascista, obscurantista e colonialista, o povo português readquirira os seus direitos fundamentais e devolvera aos povos colonizados a sua independência, recolocando o país no concerto pacífico, igualitário e solidário das nações.

Em Abril de 1974 o povo português reconquistou os seus direitos, mas, na mesma data, Portugal assumiu compromissos de honra perante os outros povos.

O povo português, que libertou há mais de 40 anos os povos alheios sob o seu jugo colonial e soube mobilizar-se exemplarmente para exigir o mesmo para o Povo Maubere em Timor-Lorosae, tem que agir com determinação em prol dos legítimos direitos do Povo Palestino, postos em causa há 68 anos por uma colonização e ocupação territorial inumanas.

O Povo Palestino tem direito à autodeterminação e independência, ao fim dos massacres e da opressão que lhe está a infligir o Estado de Israel!

Abril não se cumprirá na sua íntegra e o Povo Português não será completamente livre enquanto outros povos não adquirirem, também, a sua liberdade.

Leia aqui o texto integral do Comunicado

 
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