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GREVE GERAL NOS TERRITÓRIOS OCUPADOS APOIA PRESOS PALESTINOS NO 11.º DIA DE GREVE DA FOME

Uma greve geral teve lugar hoje, 27 de Abril, em toda a Margem Ocidental e em Jerusalém Oriental ocupadas, informa a agência noticiosa palestina Ma'an. Milhares de palestinos fecharam as suas lojas e empresas em solidariedade com os cerca de 1500 presos palestinos em greve da fome — a greve «Liberdade e Dignidade».

Esta greve geral, no 11.º dia da greve da fome maciça dos presos, realiza-se na véspera do Dia de Raiva convocado pelo movimento Fatah para 28 de Abril, durante o qual é de prever que ocorram choques de palestinos com as forças israelitas para demonstrar a solidariedade com os presos.

As ruas normalmente movimentadas de cidades, vilas, aldeias e campos de refugiados da Margem Ocidental estavam quase vazias. Lojas, instituições, bancos e escolas estavam fechadas em apoio aos grevistas da fome.

Milhar e meio de palestinos presos por Israel têm estado a participar na greve de fome desde 17 de Abril, em protesto contra a tortura, os maus tratos e a negligência médica, e também contra o uso generalizado da detenção administrativa pelas autoridades israelitas.

Entretanto, continuaram a ser organizadas diariamente manifestações de solidariedade com os presos em greve da fome.

O dirigente do Comité Palestino de Assuntos dos Presos, Issa Qaraqe, divulgou ontem um comunicado segundo o qual o Serviço Prisional de Israel (IPS) «continuou a escalada de medidas punitivas» contra os presos. Logo a partir do primeiro dia da greve, forças dos IPS transferiram presos e dirigentes da greve para o isolamento e impediram os advogados de visitarem os presos, em particular presos doentes.

Nas prisões israelitas encontram-se actualmente cerca de 6300 presos palestinos, 300 dos quais menores. Cerca de 500 encontram-se em regime de detenção administrativa, ao abrigo do qual Israel pode manter os palestinos encarcerados por períodos de seis meses indefinidamente renováveis, sem julgamento nem culpa formada e sem sequer justificar os motivos da detenção.

As autoridades israelitas detiveram cerca de um milhão de palestinos desde a criação do Estado de Israel, em 1948, e da subsequente ocupação da Margem Ocidental, Jerusalém Oriental e Faixa de Gaza em 1967.

[27.04.2017]

 
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MPPM NAS COMEMORAÇÕES POPULARES DO 25 DE ABRIL: POR PORTUGAL E PELA PALESTINA

Celebrámos neste 25 de Abril o fim de quase meio século de ditadura fascista, obscurantista e colonialista, e a data em que o povo português readquiriu os seus direitos fundamentais, ao mesmo tempo que assumiu compromissos de honra perante os outros povos. O povo palestino encontra-se há 69 anos sob o jugo feroz da ocupação ilegal e impune de Israel. E o povo português, que libertou há mais de 40 anos os povos alheios sob o seu jugo colonial e soube mobilizar-se exemplarmente para exigir o mesmo para o Povo Maubere em Timor-Lorosae, tem que agir com determinação em prol dos legítimos direitos do povo palestino. O povo palestino tem direito à autodeterminação e independência, ao fim dos massacres e da opressão que lhe está a infligir o Estado de Israel! Abril não se cumprirá na sua íntegra e o povo português não será completamente livre enquanto outros povos não adquirirem, também, a sua liberdade. Por isso, o MPPM esteve na rua, nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa.

[25.04.2017]

 
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NOVOS PRESOS PALESTINOS ADEREM A GREVE DA FOME MACIÇA JÁ NO 8.º DIA

Dezenas de presos palestinos juntaram-se à greve da fome maciça que está em curso nas prisões israelitas, acção de protesto que hoje atingiu o oitavo dia, relata a Press TV.

A comissão de média criada para apoiar a greve «Liberdade e Dignidade» informou que seis palestinos encarcerados na prisão israelita de Meggido começaram a recusar comida na passada quinta-feira, 20 de Abril, juntando-se aos seus 1500 camaradas que estão actualmente em greve da fome.

Segundo esta informação, os seis presos foram colocados em isolamento no domingo, dia em que mais 34 detidos na prisão de Meggido aderiram à greve da fome.

O apelo para a greve da fome partiu de Marwan Barghouti, dirigente da Fatah, mas neste momento é seguida por presos palestinos de todo o espectro político. A greve teve início em 17 de Abril, Dia dos Presos Palestinos, em protesto contra as más condições existentes nas prisões israelitas.

Os Serviços Prisionais de Israel (IPS) têm continuado a punir os presos em greve da fome colocando-os em isolamento e negando visitas de familiares e de advogados.

Nas prisões israelitas encontram-se cerca de 6300 presos palestinos, 300 dos quais menores. Cerca de 500 encontram-se em regime de detenção administrativa, ao abrigo do qual Israel pode mantê-los encarcerados por períodos de seis meses indefinidamente renováveis, sem julgamento nem culpa formada e sem sequer justificar os motivos da detenção.

Apesar de serem recorrentes as greves da fome em protesto contra as más condições nas prisões israelitas e a política de detenção administrativa, é a primeira vez desde há muitos anos que se regista uma greve da fome desta enorme dimensão e abrangendo presos de um leque político tão amplo.

[24.04.2017]

 
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