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MPPM NA FESTA DO TRABALHADOR

O MPPM esteve presente na manifestação do 1º de Maio organizada pala CGTP / USL integrando o desfile desde o Martim Moniz até à Alameda, e com um stand na Alameda onde exibiu uma exposição de cartazes ilustrativos da colonização por Israel dos Territórios Palestinos Ocupados.

[01.05.2017]

 
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13 JORNALISTAS PALESTINOS FERIDOS AO TENTAREM COBRIR MANIFESTAÇÃO EM JERUSALÉM ORIENTAL

O Sindicato dos Jornalistas Palestinos denunciou a repressão violenta de uma manifestação pacífica em Jerusalém Oriental ocupada realizada ontem, 29 de Abril, segundo informa a agência noticiosa palestina Ma'an. O sindicato afirma num comunicado divulgado que 13 jornalistas palestinos ficaram feridos ao tentarem cobrir a manifestação.

A polícia israelita tinha evacuado à força um sit-in pacífico organizado junto à Porta de Damasco da Cidade Velha de Jerusalém, com o objectivo de expressar apoio aos cerca de 1500 presos políticos palestinos que estão em greve da fome nas prisões israelitas desde há 14 dias.

Depois de desfilarem pelas ruas, gritando palavras de ordem de solidariedade com os grevistas da fome, os manifestantes foram perseguidos pela polícia israelita a cavalo. A polícia também rasgou e confiscou retratos de presos palestinos que os manifestantes levavam. As forças israelitas agrediram e detiveram quatro activistas.

Também pelo menos 13 jornalistas foram agredidos pela polícia israelita, numa tentativa de os impedir de cobrir a repressão contra os manifestantes. O comunicado do Sindicato dos Jornalistas informa ainda que as forças israelitas confiscaram as câmaras e outros equipamentos dos jornalistas.

No seu relatório anual de 2016, o Centro Palestino para o Desenvolvimento e as Liberdades dos Media (MADA) documentou 249 violações da liberdade de imprensa cometidas pelas autoridades israelitas.

[30.04.2017]

 
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EM «DIA DE RAIVA», DEZENAS DE PALESTINOS FERIDOS EM CONFRONTOS COM SOLDADOS ISRAELITAS

Dezenas de pessoas ficaram hoje feridas em resultado de confrontos entre palestinos e forças militares israelitas na Margem Ocidental ocupada, informa a Press TV. Os manifestantes demonstravam a sua solidariedade, no quadro do «Dia de Raiva» convocado pelo movimento Fatah, com os 1500 presos nas cadeias israelitas que se encontram em greve da fome por tempo indeterminado.

Segundo o jornal israelita Haaretz, houve protestos e confrontos em cerca de 15 cidades e campos de refugiados, incluindo Tuqu, Yatta, Al-Arroub e Qalandiyah, onde os manifestantes queimaram pneus. Soldados israelitas usaram gás lacrimogéneo e dispararam balas reais e revestidas de borracha.

O Crescente Vermelho palestino referiu que pelo menos 60 pessoas foram feridas por balas reais ou revestidas de borracha ou devido à inalação de gás lacrimogéneo.

Desde 17 de Abril, mais de 1500 prisioneiros palestinos observam uma greve da fome em massa, protestando contra as condições das prisões israelitas.

O dirigente do Comité Palestino de Assuntos dos Presos, Issa Qaraqe, anunciou no passado dia 24 que o estado de saúde do líder greve, Marwan Barghouti, líder da Fatah condenado a cinco penas de prisão perpétua, se tinha sido agravado criticamente.

A greve da fome dos presos palestinos tem sido alvo de manifestações de solidariedade não só na Palestina mas um pouco por todo o mundo.

Segundo informa a rede de solidariedade com os presos Samidoun, nos Estados Unidos advogados, trabalhadores judiciais e estudantes de direito associados à National Lawyers Guild realizaram uma greve da fome de um dia para apoiar os presos palestinos, enquanto estudantes da Universidade de Manchester, no Reino Unido, lançaram uma greve de solidariedade. Diversas acções ocorreram em Vancouver, Donegal, Armagh, Tampa, Londres, Siena, Vaxjo e outros lugares, estando também previstas nos próximos dias iniciativas de solidariedade em Belfast, Girona, Bruxelas, Dublin, New York, Londres, Parma, Berlim, Montreal, Copenhaga, Albany, entre outras.

Por seu lado, os deputados israelitas Touma-Sliman, Ayman Odeh e Youssef Jabareen, da Lista Conjunta (coligação de partidos palestinos e da esquerda não sionista em Israel), encontraram-se em Ramala com Fadwa Barghouti, esposa de Marwan Barghouti, e com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Pesltina, para exprimir a sua solidariedade com os presos em greve da fome.

E ontem realizou-se no átrio do Parlamento Europeu uma iniciativa de solidariedade com os presos em greve da fome, em que participaram deputados da Suécia, Grécia, França, Itália, Espanha, Grã-Bretanha, Áustria, Dinamarca e Portugal pertencentes ao grupo parlamentar GUE/NGL (European United Left/Nordic Green Left).

[28.04.2017]

 
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